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Epamig reestrutura programas de pesquisa para o setor agropecuário

Novas diretrizes passaram a vigorar na sexta-feira (1°) e alinham a inovação tecnológica às demandas de produtores e agroindústrias mineiras.

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Entre os destaques estão o novo programa de Cana-de-açúcar e Cachaça de Alambique e a criação de uma área específica para a Agropecuária Digital.
Foco principal é alinhar a tecnologia com o que os produtores rurais e as agroindústrias de Minas Gerais precisam no dia a dia. • Carlos Alberto Pereira/Divulgação

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) promoveu uma reestruturação em seus Programas Estaduais de Pesquisa ao longo de 2025. As medidas, passaram a valer na sexta-feira (1°), e atendem ao Plano Diretor 2026-2031, consolidado em outubro.

O objetivo da mudança é atualizar a atuação da empresa frente às necessidades do setor. Segundo o diretor de Pesquisa e Inovação da Epamig, Trazilbo de Paula, o trabalho buscou "alinhar as diretrizes da pesquisa aos objetivos estratégicos do Plano Diretor e às demandas tecnológicas de produtores rurais e agroindustriais mineiros".

Outras reformulações incluíram mudanças em nomenclaturas e objetivos de áreas já existentes. O antigo programa de Recursos Hídricos, Ambientais e Piscicultura agora se chama Recursos Ambientais e Silvicultura. Já o setor de Grãos foi ampliado, passando a ser denominado Grãos, Fibras e Energia.

Com as adequações, a Epamig passa a contar com 14 programas estruturados. Segundo a diretoria, essa configuração permite que a instituição atue em total consonância com as exigências produtivas do estado, cobrindo áreas que vão da Cafeicultura e Olivicultura até a Vitivinicultura e Agroecologia.

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Franciele Brígida é comunicadora formada pelo Centro Universitário do Sul de Minas (UNIS). Atua como repórter multimídia na Itatiaia Sul de Minas desde 2023.

 

 

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