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OMS lança guia de enfrentamento à obesidade em crianças e adolescentes; veja o que muda

Guia recomenda plano multimodal incluindo dieta, atividade física, mudança de comportamento e acompanhamento em saúde mental; canetas emagrecedoras e bariátrica só podem ser consideradas a partir dos 10 anos

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Menino obeso com sobrepeso em um fundo rosa
Ansiedade, depressão, baixa autoestima e desregulação emocional podem contribuir para hábitos alimentares pouco saudáveis • Magnific

A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou, nesta quarta-feira (7), seu primeiro guia de enfrentamento à obesidade em crianças e adolescentes. O documento recomenda intervenções envolvendo dieta, atividade física e mudança de comportamento.

O plano deve ser executado individualmente ou como parte de um programa multimodal. "Intervenções de saúde digital são recomendadas condicionalmente, mediante supervisão dos pais ou cuidadores", destacou a OMS. Tratamento com remédios, cirurgia bariátrica ou dispositivos para perda de peso não são recomendados para crianças com idade até nove anos.

No caso de adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos como canetas emagrecedoras podem ser considerados somente quando um programa multimodal de estilo de vida supervisionado não tiver alcançado os resultados esperados. A intervenção cirúrgica pode ser considerada em casos de obesidade grave.

As recomendações também incluem acompanhamento em saúde mental. Ansiedade, depressão, baixa autoestima e desregulação emocional, segundo a OMS, podem contribuir para hábitos alimentares pouco saudáveis, sedentarismo e isolamento social.

"Profissionais de saúde devem abordar tanto a obesidade quanto questões de saúde mental de forma precoce e conjunta, utilizando estratégias inclusivas, adequadas ao estágio de desenvolvimento e que envolvam a família", detalhou a entidade.

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Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.

 

 

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