Mulher recorda cirurgia que a curou de um câncer sem sintomas; saiba mais
Professora teve um diagnóstico precoce e passou por um procedimento cirúrgico para retirar o útero

Mariângela de Brito Pereira Umehara foi diagnosticada com câncer de colo de útero em março de 2021. Cinco anos depois da notícia, a professora relembrou, nas redes sociais, que o mês de abril é marcado pela cirurgia que a livrou da doença.
Na publicação, Mariângela descreve que o dia 7 de abril de 2021 se tornou o segundo aniversário dela. "Dia da cirurgia que me livrou do câncer!", escreveu. A foto compartilhada mostra a professora fazendo um gesto com a mão, simbolizando a letra "V" — que tinha o significado de "viva" e, posteriormente, se transformou na palavra "vida", de acordo com ela.
"No momento da foto o 'V' era de VIVA! Só depois que eu descobri que o 'V' era, na verdade de VIDA! O câncer me trouxe muitas primeiras vezes... Depois do tratamento eu só realizei sonhos", escreveu Mariângela, apontando que viajou para países da Europa, esteve em um Cruzeiro, foi efetivada no cargo de Professora de Língua Portuguesa e convidada para atuar como diretora escolar.
Câncer sem sintomas
Mariângela compartilhou grande parte do processo em que viveu durante o diagnóstico, tratamento e cura do câncer de colo de útero.
Em um vídeo, ela relata que foi diagnosticada durante um exame preventivo. "Não sou uma pessoa relaxada, me cuido e faço meu preventivo todos os anos", disse. A confirmação da doença aconteceu durante o intervalo de 10 meses entre os exames.
A professora relatou na época que, apesar do diagnoóstico, ela não tinha sintomas. "Eu não sinto nada. Por mais que a gente ache que estamos bem, a doença já está lá, estacionada".
"Por isso é tão importante deixarmos um pouco do tempo para nos cuidarmos. Na estatística, já basta eu", disse Mariângela.
Quinze dias após o diagnóstico, a professora foi submetida a uma cirurgia de retirada do útero. Cinco dias depois do procedimento, recebeu a notícia de que o câncer havia sido identificado em estágio inicial e estava restrito ao colo do útero.
Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.



