Troca de comando na Caixa Econômica Federal deve acontecer nos próximos dias
Até o fim do mês, o banco estatal estará sob nova direção. Fontes da coluna afirmam que a decisão seria tomada na semana que vem, mas pode ser adiada para última semana agosto

A presidência da Caixa Economia Federal será trocada até o final do mês de agosto. Segundo fontes da coluna, a substituição de Maria Rita Serrano, a princípio, está planejada para próxima semana, mas pode ser adiada em função das várias agendas, dentre elas o lançamento no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A mudança começou a ser discutida em julho, conforme adiantado pela coluna. O primeiro nome cotado foi para assumir o posto é Gilberto Occhi (PP), que foi ministro das Cidades no Governo Dilma e ministro da Saúde e presidente da Caixa Econômica Federal no Governo Temer. O advogado é servidor de carreira da Caixa, mineiro de Ubá, e sempre representou o Progressistas, partido de Arthur Lira.
No entanto, o Progressistas deve fazer outra indicação. A diretora do Sebrae, Margarete Coelho, é o nome mais forte no momento para assumir o cargo. Coelho foi deputada federal e governadora do Piauí.
A insatisfação do governo federal com a atual presidente, Rita Serrano, se agravou com anúncio da taxação do pix (sobre o qual o governo voltou atrás), a demora para liberação de recursos e a resistência a demandas políticas são os principais pontos de insatisfação do governo com a presidente, Rita Serrano.
A troca acontece dentro do campo de negociações para ampliação do espaço do centrão no primeiro escalão do governo federal.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.
