Trabalho 'invisível': governo deve apresentar plano de Política Nacional de Cuidados até maio, diz ministro
É o caso de quem cuida de parentes idosos, com deficiência e dependentes químicos. Proposta pretende diminuir sobrecarga de trabalho de mulheres com a criação de centros de convivência e apresentar plano para contribuição previdenciária de cuidadoras

O Governo Federal pretende incluir na pauta de discussões do Congresso Nacional, até o mês que vem, a proposta da Polícia Nacional de Cuidados. A nova política pretende diminuir a sobrecarga de trabalho sobre as pessoas que são encarregadas de cuidar de idosos, acamados, deficientes e dependentes químicos - muitos desses que são auxiliados pelas mulheres da família. O prazo foi revelado pelo ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, em entrevista à Itatiaia.
“Temos outra situação onde outra pessoa fica em um centro de convivência, e libera a mulher, e ali quando essa pessoa tem um sistema de transporte. E a preocupação na lei é na proteção previdenciária, das cuidadores, em especial as mulheres. Estamos apresentando ao presidente Lula e em maio vamos apresentar ao Congresso Nacional”, afirmou.
Edilene Lopes é jornalista, cientista política, repórter e colunista da Itatiaia e analista da CNN Brasil. Com experiência em coberturas nacionais e internacionais, tem ampla experiência em entrevistas exclusivas com presidentes da República. Foi eleita a melhor repórter de rádio do Brasil pelo Troféu Mulher Imprensa e também venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados.
Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio




