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STF julga Carla Zambelli e hacker por invasão ao CNJ e falsificação de documentos

Segundo a PGR, Zambelli teria comandado a operação e oferecido apoio a Delgatti, que executou as invasões entre agosto de 2022 e janeiro de 2023

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Carla Zambelli nega que tenha contratado Delgatti para irregularidades e diz que ele foi pago para trabalhar no site dela
Carla Zambelli nega que tenha contratado Delgatti para irregularidades e diz que ele foi pago para trabalhar no site dela • Reprodução | Twitter

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, nesta sexta-feira (9), a deputada Carla Zambelli (PL-SP) e o hacker Walter Delgatti. Eles são acusados de invadir sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e inserir documentos falsos, como um suposto mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.

Acusações da PGR

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), Zambelli teria comandado a operação e oferecido apoio a Delgatti, que executou as invasões entre agosto de 2022 e janeiro de 2023. Ao todo, foram 13 acessos a seis sistemas e a inserção de 16 documentos forjados.

Zambelli nega participação e afirma que o hacker agiu por conta própria. Já Delgatti admite os crimes e acusa a deputada de ser a mandante. A defesa dele pede redução de pena por colaboração com as investigações.

Ambos respondem por invasão de dispositivo eletrônico e falsidade ideológica. As penas podem chegar a até 9 anos de prisão, com possibilidade de aumento, caso haja comprovação de dano financeiro.

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Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio

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