STF forma maioria para manter Robinho na prisão
Ex-jogador foi condenado a nove anos de prisão por estupro coletivo que ocorreu em 2013, na Itália

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos, nesta sexta-feira (22), para manter o ex-jogador Robson de Souza, conhecido como Robinho, na prisão. Ele foi condenado por estupro coletivo pela Justiça da Itália, mas cumpre a pena no Brasil.
O julgamento acontece no Plenário Virtual do STF e é relatado pelo ministro Luiz Fux. Dos 11 ministros da corte, seis votaram para negar dois pedidos de liberdade apresentados pela defesa de Robinho.
Até a tarde desta sexta-feira, já haviam votado os ministros Luiz Fux (relator), Luís Roberto Barroso, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes. O único voto favorável à defesa do ex-jogador, até então, foi proferido pelo ministro Gilmar Mendes.
Leia mais: Esposa de Robinho quebra o silêncio e fala pela primeira vez sobre prisão do jogador
Leia também: Vítima do caso Robinho se pronuncia pela primeira vez: ‘Tiraram uma parte importante de mim’
Na avaliação do relator do caso, o ministro Luiz Fux, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) não fugiu às suas atribuições legais ao determinar o cumprimento imediato da pena estipulada pela Justiça italiana, conforme argumentou a defesa de Robinho.
Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio



