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Rodrigo Badaró é eleito ouvidor nacional adjunto do CNJ por unanimidade

Escolha foi feita durante sessão do plenário do CNJ na última terça-feira (14). Como ouvidor adjunto, Badaró atuará como elo entre o conselho e a população

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Rodrigo Badaró assumiu o posto de conselheiro em março do ano passado
Rodrigo Badaró assumiu o posto de conselheiro em março do ano passado • Gláucio Dettmar/CNJ

Rodrigo Badaró, integrante do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi eleito para o cargo de ouvidor nacional adjunto de forma unânime na última terça-feira (14). A decisão foi tomada durante sessão do plenário do órgão. 

 

O conselheiro falou sobre sua nova função, a ser desempenhada junto ao ouvidor do CNJ, Marcello Terto. A Ouvidoria Nacional é o canal de comunicação entre os cidadãos e o Conselho Nacional de Justiça e recebe sugestões, reclamações, denúncias e elogios sobre os serviços prestados pelo Judiciário.

 

“Assumo a Ouvidoria Nacional Adjunta com o compromisso de contribuir para o aprimoramento da escuta institucional do CNJ, sobretudo no tratamento de demandas que envolvem inteligência artificial e proteção de dados. A proposta é fortalecer respostas técnicas e integradas, alinhadas às novas exigências do Sistema de Justiça”, disse Badaró.

 

Badaró chegou ao CNJ em março de 2025 indicado pelo Senado para cumprir mandato durante o biênio que vai até 2027. Especialista em Direito Econômico e das Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (GFV) e em Direito Econômico, pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP); ele já presidiu a Comissão Especial de Proteção de Dados (CNPD/ANPD) e coordenou o Observatório Nacional de Cibersegurança, Inteligência Artificial e Proteção de Dados (ONCiber) do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

 

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