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No Dia da Independência do Brasil, ato bolsonarista tem bandeira argentina e espetinho do Trump

Além das tradicionais camisas amarelas e bandeiras brasileiras, ato em Belo Horizonte teve símbolos relacionados a Israel, Estados Unidos e até mesmo a Argentina, hoje comandada por Milei

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Manifestação contra Moraes e Lula encheu a Praça da Liberdade
Manifestação contra Moraes e Lula encheu a Praça da Liberdade • Bernardo Estillac/ Itatiaia

Sob chuva, centenas de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniram na manhã deste feriado de 7 de setembro na Praça da Liberdade, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. No dia da Independência do Brasil, o ato teve como mote os protestos contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além da tradicional indumentária verde e amarela, a simbologia do movimento foi acrescida por muitas referências a Donald Trump e os Estados Unidos, Israel e até mesmo a bandeira argentina figurava entre os participantes do evento.

 

Participaram do ato figuras proeminentes do bolsonarismo mineiro como os candidatos ao Governo de Minas, Flávio Roscoe (PL) e Cleitinho Azevedo (Republicanos); os candidatos ao Senado, Domingos Sávio (PL) e Marco Antônio Superman (Novo); e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL). Enquanto ouviam os discursos deles, os manifestantes poderiam comprar um churrasco na barraquinha “Espetinho do Donald Trump - sabor de Magnitsky”, em referência à lei aplicada pelo presidente americano para impor sanções econômicas contra Moraes.

 

Nos varais de vendedores ambulantes, ao lado de bandeiras do Brasil, os manifestantes poderiam comprar bandeiras brasileiras, de Israel, dos Estados Unidos e até mesmo da Argentina. Com a ascensão de Javier Milei à presidência do país vizinho, as referências aos ‘hermanos’ se tornou frequente entre a direita sul americana. 

 

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Repórter de política da Itatiaia, é jornalista formado pela UFMG com graduação também em Relações Públicas. Foi repórter de cidades no Hoje em Dia. No jornal Estado de Minas, trabalhou na editoria de Política com contribuições para a coluna do caderno e para o suplemento de literatura.

 

 

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