Lula diz que Brasil não precisa de escolas cívico-militares
Presidente fez crítica ao modelo defendido durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) durante a sanção do novo Plano Nacional de Educação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou, nesta terça-feira (14), a adoção das escolas cívico-militares como modelo para a educação pública brasileira. A expansão da modalidade era defendida durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) e por governadores da oposição ao petista.
Em discurso durante a sanção do novo Plano Nacional de Educação (PNE), no Palácio do Planalto, Lula afirmou que o texto comprova que as escolas cívico-militares não são necessárias.
“Vocês conseguiram fazer um Plano Nacional de Educação com 19 objetivos, com oito temáticas, com 73 metas, com 372 estratégias e muitas inovações. Isso aqui é um retrato do que nós conseguimos fazer, não contra, mas para mostrar que o Brasil não precisa, na sua educação pública e gratuita, de uma escola cívico-militar”, declarou o petista.
Lula afirmou ainda que o modelo é importante apenas “quando uma menina ou um menino resolverem seguir a sua carreira militar", como parte de sua preparação nas Forças Armadas.


