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Líder do PL rechaça anistia sem Bolsonaro: 'Crimes são comuns a todos os réus'

Sóstenes Cavalcante afirmou que proposta em discussão no Senado não atende à demanda da oposição

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PL pressiona PF por troca de delegado em investigação envolvendo pedido de quebra de sigilo de Lulinha
PL pressiona PF por troca de delegado em investigação envolvendo pedido de quebra de sigilo de Lulinha • Marina Ramos/Câmara dos Deputados

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), rechaçou nesta quinta-feira (4) a possibilidade de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), elabore e paute um texto alternativo para conceder a redução de penas aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, e não “ampla, geral e irrestrita” como pretende a oposição.

“O presidente do Senado a atribuição dele é pautar, não é discutir texto. O compromisso que nós queremos do presidente Alcolumbre é o que ele assumiu com os líderes, de que ele coloque na pauta tão somente chegue da Câmara dos Deputados", declarou Sóstenes a jornalistas.

A proposta em discussão na Câmara estabelece o perdão a todos os condenados pelos ataques às sedes dos Poderes. Já no Senado, Alcolumbre articula um texto que permita reduzir as penas dos condenados por participação no 8 de janeiro, que em sua maioria foram punidos com até 17 anos de prisão, mas sem perdoar os responsáveis pela organização dos atos.

A estratégia é capitaneada pelo governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), potencial candidato à Presidência em 2026 pelo campo da direita. Na noite de quarta-feira (3), Sóstenes e o pastor Silas Malafaia se reuniram com o chefe do Executivo paulista no Palácio dos Bandeirantes e trataram do assunto.

Segundo o líder do PL, a conversa sobre o tema foi “superficial”, mas Tarcisio teria demonstrado o apoio do Republicanos à pauta e adiantado que Motta demonstrará suas impressões acerca do tema em uma reunião com o deputado do PL marcada para esta quinta.

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Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.

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