Impressão de plano golpista não era para fazer 'barquinho de papel', diz Moraes
Ministro fez referência ao plano “Punhal Verde e Amarelo”, que previa o assassinato de autoridades

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (9) que a impressão do documento conhecido como “Punhal Verde e Amarelo”, que segundo a Procuradoria-Geral da República previa o assassinato de autoridades, não foi feita “para fazer barquinho de papel”.
A declaração ocorreu durante o voto de Moraes no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete aliados, acusados de articular uma tentativa de golpe após as eleições de 2022.
De acordo com a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), o plano previa os assassinatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do próprio Moraes.
O documento indicava ações para “provocar colapso orgânico” por meio de substâncias químicas, o que, segundo os investigadores, seria uma referência a envenenamento.
O STF retomou nesta terça-feira o julgamento dos oito réus. Moraes, relator do caso, foi o primeiro a votar. Na sequência, votam os ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e, por último, Cristiano Zanin.
Repórter de política em Brasília, com foco na cobertura dos Três Poderes. É formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB) e atuou por três anos na CNN Brasil, onde integrou a equipe de cobertura política na capital federal. Foi finalista do Prêmio de Jornalismo da Confederação Nacional do Transporte (CNT) em 2023.
Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.
Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, já foi produtora de programas da grade e repórter da Central de Trânsito Itatiaia Emive.





