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Governo brasileiro repudia ataque a hospital na Faixa de Gaza

O Ministério das Relações Exteriores condenou o bombardeio, de forma veemente, e expressou condolências aos familiares das vítimas. Lula também se pronunciou por meio de uma rede social.

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Ataques em Israel
Ataques em Israel • Mahmud Hams | AFP

O governo brasileiro emitiu uma nota sobre o ataque a um hospital na Faixa de Gaza que matou centenas de pessoas nessa terça-feira (17) . O Ministério das Relações Exteriores condenou de forma veemente, o bombardeio, expressou condolências aos familiares das vítimas e manifestou solidariedade ao povo da Palestina. A nota ainda reitera o apelo para o imediato estabelecimento de corredores e pausas humanitárias no conflito e pede a libertação dos reféns.

A NOTA

O governo brasileiro condena, de forma veemente, o bombardeio que atingiu o hospital Ahli-Arab, na Faixa de Gaza, na noite de ontem, 17/10, provocando centenas de mortes. Expressa condolências aos familiares das vítimas e manifesta sua solidariedade ao povo da Palestina.

O Brasil repudia nos mais fortes termos ataques a alvos civis, sobretudo a estruturas de saúde, e exorta as partes no conflito a cumprir suas obrigações perante o direito internacional humanitário.

O Brasil reitera o apelo para o imediato estabelecimento de corredores e pausas humanitárias que permitam a condução em segurança do trabalho humanitário e o fornecimento de água, comida, suprimentos médicos, combustível e eletricidade a Gaza.

Insta também a que seja dado acesso do Comitê Internacional da Cruz Vermelha aos reféns para que possa desempenhar suas funções de agente humanitário neutro e reitera seu apelo a que os reféns sejam liberados.

PLANALTO

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também escreveu em uma rede social, mais cedo, que o ataque ao hospital era uma tragédia injustificável.

"O ataque ao hospital Baptista Al-Ahli é uma tragédia injustificável. Guerras não fazem nenhum sentido. Vidas perdidas para sempre. [...] Refaço este apelo. Os inocentes não podem pagar pela insanidade da guerra", conclui.