Zema comenta articulações para 2026 e diz que eleições são 'imprevisíveis'
Governador citou União Brasil, possíveis candidaturas e cenário político, mas evitou antecipar alianças

O governador afirmou que novas mudanças devem ocorrer até o pleito. “Nós vamos ter muitas mudanças aí pela frente, encaro isso com muita naturalidade.”
Zema também evitou comentar diretamente sobre possíveis candidaturas alternativas dentro do campo político aliado e reforçou que a prioridade é a gestão. “O que eu quero é que nós tenhamos, e já estamos tendo, entregas. Não dá para mudar o mundo num ano eleitoral, mas o nosso governo foi um governo que sempre teve um planejamento de longo prazo”.
Pré-candidatura
Ainda sem sair do primeiro dígito nas pesquisas eleitorais, Romeu Zema se lançou pré-candidato à Presidência da República em agosto do ano passado, durante evento do partido Novo em São Paulo. Desde então, o governador tenta se cacifar e vai, inclusive, deixar o governo em meados de março para se dedicar exclusivamente à campanha.
O chefe do Palácio Tiradentes faz parte de um grupo de governadores de direita que tentam se viabilizar para o pleito geral deste ano. Dentre eles, há o trio que compete entre si no PSD – Ronaldo Caiado, Eduardo Leite e Ratinho Jr. – que, por ora, se mostram mais competitivos do que Zema nos levantamentos de opinião pública. Ainda no campo da direita, há Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC) que tentam competir.
Graduado em jornalismo e pós graduado em Ciência Política. Foi produtor e chefe de redação na Alvorada FM, além de repórter, âncora e apresentador na Bandnews FM. Finalista dos prêmios de jornalismo CDL e Sebrae.


