‘Se eu não reduzir a dívida de MG em 4 anos, nunca mais serei candidato a nada’, diz Cleitinho
Candidato do Republicanos ao governo afirmou que adesão ao Propag foi um 'mal necessário', mas que estado tem outras formas de resolver a dívida de Minas com a União

O candidato do Republicanos ao governo de Minas Gerais, senador Cleitinho Azevedo, afirmou que, caso seja eleito para o Palácio Tiradentes, a redução da dívida do estado com a União será obrigação do governo: “Pode me cobrar: se em quatro anos eu não conseguir reduzir essa dívida, eu nunca mais serei candidato a nada nesse estado”.
Em sabatina da Itatiaia, Cleitinho afirmou que a adesão ao Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados, o Propag, foi um “mal necessário”, mas que o governo estadual deve buscar outras alternativas para aumentar a arrecadação e cortar gastos desnecessários.
“O Propag foi um mal necessário. Agora, para diminuir mais ainda essa dívida, nós temos que aumentar a receita do estado. Para isso temos que valorizar nossas fontes de riquezas. Cortar gastos, rever contratos e olhar os vícios do Estado. São R$ 140 bilhões no orçamento. Podemos crescer. E tem outra coisa, só não roubar, vamos ter mais recursos para as áreas que precisam. O estado é rico, mas sempre foi roubado. Temos que fiscalizar, ser parceiro do Ministério Público, ser parceiro”, afirmou.
“Eu quero ser o garoto propaganda do nosso estado, quero trazer empresas para cá. E pode me cobrar: se em quatro anos eu não conseguir reduzir essa dívida, eu nunca mais serei candidato a nada nesse estado”, prometeu o candidato.
Lula e Flávio Bolsonaro
Cleitinho afirmou que, em seu eventual governo, terá uma relação de respeito com o próximo presidente da República, seja ele o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou o senador Flávio Bolsonaro (PL).
“Sei que os políticos em geral ficam com inveja disso, mas eu sempre olhei pelo povo, independente de quem seja o presidente da República. O Lula é o presidente hoje. Eu não sou aliado dele, mas sou aliado do povo. Então, tudo que o Lula mandar que for a favor do povo, eu vou defender. Vou cobrar quando eu tiver que cobrar, vou fiscalizar. Mas, pautas a favor do bem comum, eu sempre vou apoiar”, afirmou Cleitinho.
“Se o Bolsonaro tivesse ganhado, eu teria o apoiado. Quando ele aumentou o valor do Auxílio Brasil eu apoiei, vibramos porque ele aumentou um benefício para o povo. Então, se Lula manda algo bom para o povo, como eu vou ficar contra? E se eu for governador, seja Lula ou Flávio Bolsonaro, eu vou colocar o povo sempre em primeiro, vou sentar com o presidente e negociar a favor do povo”, finalizou o candidato do Republicanos.
Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.
Repórter de política da Itatiaia, é jornalista formado pela UFMG com graduação também em Relações Públicas. Foi repórter de cidades no Hoje em Dia. No jornal Estado de Minas, trabalhou na editoria de Política com contribuições para a coluna do caderno e para o suplemento de literatura.
Jornalista graduado pela PUC Minas; atua como apresentador, repórter e produtor na Rádio Itatiaia em Belo Horizonte desde 2019; repórter setorista da Câmara Municipal de Belo Horizonte.
Mineiro de Urucânia, na Zona da Mata. Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Ouro Preto (2024), mesma instituição onde diplomou-se jornalista (2013). Na Itatiaia desde 2016, faz reportagens diversas, com destaque para Política e Cidades.






