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Governador de Minas Gerais, Mateus Simões diz que escolha eleitoral 'é uma constatação'

Mateus Simões concorreu à reeleição, mas acabou ficando em 4º lugar, com 530.292 votos, o que equivalem a 4,65% dos votos válidos

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Governador de Minas Gerais, Mateus Simões, fala à imprensa em dia de votação do 2º turno • Clever Ribeiro / Itatiaia

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), em entrevista neste domingo (25) disse que o país tomou a decisão, referindo-se ao 1º turno das eleições. "Não acho que há muito o que lamentar, é mais uma constatação de uma decisão eleitoral que também aconteceu em Minas Gerais".

Simões falou ainda que no dia 14 de novembro ele indica o procurador-geral de Justiça, mas salientou que existe um conflito de normas entre a Constituição do estado e a lei orgânica nacional do Ministério Público.

"Pela nossa Constituição, a nomeação seria dia 1 de dezembro, eu já estaria de volta. Mas, pela lei orgânica nacional, a nomeação teria que ser feita até dia 26, e que eu não estaria ainda de volta. Então eu vou fazer uma interrupção quando eu saio da China, onde a gente tem protocolos de investimentos para fazer, e vou para a Turquia, onde nós temos a participação na COP, a, na convenção do clima, eu paro nesse meio do caminho, venho ao Brasil, faço a nomeação do PGJ no dia 14 e retorno para a missão da COP".

Simões afirmou que o PSD declarou apoio ao deputado Durval Ângelo. "Então eu, como mineiro e membro do PSD, fico feliz nesse momento de ver que o meu partido já declarou apoio àquele que eu considero que está pronto para esse desafio. Durval chegou à política junto comigo, nós somos eleitos vereadores ao mesmo tempo, em 2016 pela primeira vez, e é um deputado que conta com toda a minha admiração".

 

 

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