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Gabriel Azevedo cita transparência e não garante reajuste a servidores: 'Sem promessas falsas'

Candidato do MDB ao governo de MG afirma que, se eleito, será parceiro dos servidores e defende relação com equilíbrio fiscal

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O candidato do MDB ao governo de Minas Gerais, Gabriel Azevedo
O candidato do MDB ao governo de Minas Gerais, Gabriel Azevedo • Itatiaia

O candidato do MDB ao governo de Minas Gerais, Gabriel Azevedo, elencou a dívida de R$ 180 bilhões do estado com a União como o principal problema da administração pública, afirmando que é preciso ter transparência com o funcionalismo na hora de negociar os reajustes salariais. Ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Azevedo foi o segundo entrevistado nas sabatinas da Itatiaia com os postulantes ao Palácio Tiradentes.

Questionado sobre como negociaria com as entidades de classe, que nos últimos anos pressionaram o governo na Assembleia para garantir os reajustes salariais, o candidato destacou que não se pode tratar o servidor público como um inimigo, mas é preciso mostrar o problema fiscal do estado.

“Não é simplesmente conversar com o servidor em uma pauta corporativista. A gente tem que mostrar para a sociedade que o governador de Minas Gerais tem uma folha de pagamento de 700 mil pessoas, estamos esbarrando no teto de responsabilidade fiscal. A valorização tem que acontecer, mas isso daqui é um prédio em que todo mundo paga para morar. (...) A conta tem que fechar, e o debate tem que ser muito transparente, sem promessa falsa”, declarou.

Gabriel Azevedo lembrou que tem realizado reuniões com entidades de classe, declarando que sabe a “dor de cada servidor”, citando as áreas da Educação, Saúde e Segurança Pública. “O governador tem que ser parceiro dos seus colegas de trabalho, não tratá-los como inimigos, mas nunca sacrificando o bolso do povo mineiro para simplesmente quebrar a máquina”, disse.

Questionado sobre o tamanho da folha salarial do governo e a possibilidade de enxugar e revisar os cargos, o candidato afirmou que é preciso analisar caso a caso. Ele cita, por exemplo, a necessidade de repor o efetivo da Polícia Civil, enquanto na educação explica que seria necessário remanejar os quadros de escolas com poucos alunos.

“Cada setor do serviço público vai ser analisado de maneira específica. O caso da Polícia Civil não é de diminuição, mas de aumento. No caso das escolas, existem municípios, por causa da curva demográfica, em que as escolas se esvaziaram. Nesse caso, você precisa investir em transporte escolar para consorciar cidades que vão ser atendidas por uma escola ao invés de cinco. É polémico, mas se eu fico pagando uma estrutura que está atendendo menos estudantes que deveria, eu não tenho recursos para remunerar todo mundo”, completou.

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Eustáquio Ramos tem quase 30 anos de carreira, sendo 25 anos na Itatiaia, onde apresenta o Jornal da Itatiaia 1ª Edição e é repórter especial de Política. É pós-graduado em Comunicação Empresarial. Coautor da Enciclopédia do Rádio Esportivo Mineiro e do Manual de Pronúncia da Itatiaia. Já teve passagens também pela TV Assembleia, TV Bandeirantes, TV Horizonte, Record, Alterosa e Canal 23.

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Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.

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Jornalista graduado pela PUC Minas; atua como apresentador, repórter e produtor na Rádio Itatiaia em Belo Horizonte desde 2019; repórter setorista da Câmara Municipal de Belo Horizonte.

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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.

 

 

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