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Mauro Tramonte cumpre agenda em UPA e promete contratar mais médicos na cidade

Candidato do Republicanos à Prefeitura de Belo Horizonte propõe parceria com cooperativas e faculdades e atendimento até 22h

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Mauro Tramonte visita UPA Oeste em agenda de campanha para Prefeitura de Belo Horizonte • Crédito Rodrigo Lima | Divulgação

O candidato à prefeitura de Belo Horizonte Mauro Tramonte (Republicanos) cumpriu agenda nesta terça-feira (03) na UPA Oeste, no bairro Jardim América. Lá, ele ouviu as demandas dos frequentadores do local e disse que ‘não pode faltar médico’ na rede pública. Tramonte afirma que sua proposta é contratar mais profissionais para suprir a demanda da cidade.

“Quando falta um médico, você quebra toda uma engrenagem. O cidadão chega aqui com o pé todo machucado, precisa de ortopedista, o que ele tem que fazer? Ir embora para casa. Não tem ortopedista, não sabe quando vai ter, e vai ter que ir embora, vai ter que procurar outro local. Então, o que nós temos que fazer é isso. Procurar trazer mais médicos de todas as maneiras possíveis, porque o médico tem que estar presente”, disse.

A ideia do candidato é fazer convênios com cooperativas médicas e faculdades de medicina para não faltar profissionais. Questionado sobre como o plano funcionaria na prática, Tramonte disse que é obrigação do prefeito ‘correr atrás’ da solução.

Atendimentos até 22h

Mauro Tramonte também comentou sobre a superlotação das Upas na cidade. Uma das propostas do candidato é aumentar o horário de funcionamento de unidades de saúde.

“A nossa proposta é que a gente pegue alguns centros de saúde, perto dessas UPAs aqui, e possa fazer com que esses centros possam atender até mais tarde, por volta de 22h. Claro, redimensionando o pessoal. Então a gente pode desafogar essas UPAs, contratando mais médicos, fazendo com que esses centros de saúde possam atender até mais tarde”, afirmou.

Tramonte ainda disse que a prefeitura precisa pensar, também, na saúde mental dos profissionais. “A gente tem que olhar também para o lado do funcionário, do servidor público. Porque eles também estão ficando doentes. Imagina uma lotação dessa, todo mundo aqui fazendo atendimento. São pessoas que reclamam, ficam estressadas, são pessoas que querem ser atendidas na hora e muitas vezes não têm condições. Até o próprio profissional está ficando doente”, afirmou.

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Graduado em jornalismo e pós graduado em Ciência Política. Foi produtor e chefe de redação na Alvorada FM, além de repórter, âncora e apresentador na Bandnews FM. Finalista dos prêmios de jornalismo CDL e Sebrae.