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Duda Salabert se compromete com qualidade da Lagoa da Pampulha: ‘se não melhorar em dois anos, eu renuncio’

Candidata do PDT falou sobre sustentabilidade em sabatina à Itatiaia nesta terça-feira (27)

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Candidata do PDT, Duda Salabert, participou de sabatina na tarde desta terça-feira (27)

A candidata à prefeitura de Belo Horizonte pelo PDT, Duda Salabert, tem ‘batido na tecla’ da sustentabilidade ao longo da sua campanha. Em sabatina na Itatiaia, a deputada federal colocou como proposta a melhoria da qualidade da água da Lagoa da Pampulha e fazer da cidade uma cidade jardim novamente.

“O século XXI é o século das cidades. Então, a mudança deve iniciar nas cidades, da importância da prefeitura no que se refere à construção de uma política climática para superação desse cenário que nós estamos”, disse a candidata ao relembrar que Belo Horizonte não registra chuva há 4 meses.

Segundo a candidata, nos últimos quatros anos, BH teve recorde de corte de árvores.

Plantio de 50 mil árvores

A candidata relembrou que ficou devendo 37 mil árvores pois havia prometido plantar uma árvore para cada voto que recebesse quando candidata a vereadora.

“Plantio de árvore tem que ser política pública. Quando fui vereadora, eu me sentei com o então prefeito, Alexandre Kalil, e decidimos que iríamos escolher espaços vazios perto de escolas e iríamos plantar 50 mil árvores em um ano, em parceria com a comunidade, a prefeitura”, explicou.

“Mas aí o Kalil renuncia, Fuad assume, me trata como rival, porque ele não pensa política de forma plena. Ele acaba com esse projeto de eco alfabetização e a cidade esquenta”, associou.

Lagoa da Pampulha

Quando perguntada sobre o maior problema da cidade hoje, Duda Salabert citou o que chamou de ‘três máfias’ de Belo Horizonte - sendo que, uma delas seria a 'máfia da Lagoa da Pampulha'. A candidata disse que, se eleita, vai melhorar a qualidade da água em dois anos. Caso contrário, vai renunciar ao cargo.

“No primeiro dia do nosso mandato nós vamos medir a qualidade da água da Lagoa da Pampulha e publicizar para que todos entendam o que há de tóxico naquela lagoa e protocolar em cartório o compromisso de que dois anos depois nós vamos medir a qualidade da água. Se não tiver melhorado, eu renuncio”, ressaltou.

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Mestrando em Comunicação Social na UFMG, é graduado em Jornalismo pela mesma Universidade. Na Itatiaia, é repórter de Cidades, Brasil e Mundo

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Editor de política. Foi repórter no jornal O Tempo e no Portal R7 e atuou no Governo de Minas. Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tem MBA em Jornalismo de Dados pelo IDP.

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Jessica de Almeida é repórter multimídia e colabora com reportagens para a Itatiaia. Tem experiência em reportagem, checagem de fatos, produção audiovisual e trabalhos publicados em veículos como o jornal O Globo e as rádios alemãs Deutschlandfunk Kultur e SWR. Foi bolsista do International Center for Journalists.

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Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.