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Dívida de MG: 'Queremos o tempo necessário para o Congresso aprovar alternativa', diz Simões

Decisão de Nunes Marques, do STF, adiou para o dia 28 de agosto o início do pagamento da dívida de Minas com a União

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O governador Romeu Zema e o vice, Mateus Simões
O governador Romeu Zema e o vice, Mateus Simões • Reprodução / Twitter

O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), comemorou a decisão do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF) de adiar para o dia 28 de agosto o início do pagamento da dívida de Minas com a União. Simões pede uma reunião de conciliação no STF com o Governo Federal para tentar dilatar este novo prazo.

Mateus Simões afirmou que a decisão evita que a Assembleia Legislativa do Estado vote o Regime de Recuperação Fiscal (RRF), que estaria praticamente morto após ser aprovado. Segundo ele, Minas Gerais já pagou mais de dois bilhões da dívida pública com a União e agora aguarda uma alternativa.

“O presidente da República e o presidente do Senado se levantaram para dizer que apresentariam uma alternativa à Minas Gerais. Como foi feita a promessa, pedimos ao STF, então, que nos dispensasse de votar a lei naquele momento".

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A expectativa é que até dia 28 o STF convoque audiência de conciliação pedida pelo Governo de Minas e pela Assembleia Legislativa. Segundo o vice-governador, não há por que a União recusar o encontro.

“Nossa expectativa não é que a gente vote dia 28 o projeto e sim que até 28 aconteça a audiência de conciliação no STF. Finalmente a gente tem uma manifestação da União de que ela esperará a tramitação no Congresso”. Simões afirma, ainda, estar "contando com a sensibilidade do STF, que tem sido muito correto conosco”.

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Mestrando em Comunicação Social na UFMG, é graduado em Jornalismo pela mesma Universidade. Na Itatiaia, é repórter de Cidades, Brasil e Mundo