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Após tumulto e agressões, partidos de esquerda discutem representação contra Motta

Lideranças defendem diálogo, mas admitem medidas mais duras se não houver garantias de ações contra a violência dentro do Congresso

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Duda Salabert diz que também foi avisada de que visto virá como “masculino“ | CNN Brasil
Duda Salabert  • Créditos: CNN Brasil

A deputada Duda Salabert afirmou nesta quinta-feira (11), que lideranças dos partidos do campo democrático estão discutindo uma resposta conjunta à conduta do presidente da Câmara, Hugo Motta, após os episódios de violência registrados no plenário na última semana. Segundo ela, a atuação da Polícia Legislativa durante a votação da anistia ultrapassou todos os limites e provocou indignação generalizada.

Duda reconhece que pautar a anistia “faz parte do jogo político”, mas ressalta que nada justifica, nas palavras dela, “mandar a Polícia Legislativa agredir deputados, bater em parlamentares sem qualquer diálogo”. A deputada afirma que “vários crimes aconteceram ali”, envolvendo agressões físicas a deputados, jornalistas e assessores, alguns quase pisoteados no tumulto.

Questionada se o movimento pode evoluir para uma representação formal ou até pedido de cassação de Hugo Motta, Duda diz que isso dependerá do diálogo entre os líderes. Segundo ela, medidas mais radicais, como acionar o Conselho de Ética, são “últimas instâncias”: “A prioridade é tentar pacificar a Casa. Uma Câmara em guerra agrava os problemas do Brasil.”

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Aline Pessanha é jornalista, com Pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela FACHA - RJ. Possui passagem pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, como repórter de TV e de rádio, além de ter sido repórter na Inter TV, afiliada da Rede Globo.

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