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Defesa de ex-comandante da Marinha afirma que PF “mentiu” sobre golpe

Demóstenes Torres, advogado de Almir Garnier, rebate acusações da Procuradoria Geral da República

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Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha Brasileira
Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha Brasileira • Marcelo Camargo / Agência Brasil

A defesa do almirante da reserva, Almir Garnier, rebateu as acusações apresentadas pela Procuradoria-geral da República e disse que a Polícia Federal mentiu ao atribuir ao ex-comandante a Marinha responsabilidade de aderir a um suposto plano de golpe de estado.

Na chegada ao Supremo Tribunal Federal para o julgamento que acontece nesta terça-feira (25), o advogado Demóstenes Torres disse que Garnier não estava em Brasília no dia em que foi atribuída a ele a adesão ao plano elaborado por Bolsonaro e aliados.

Assista ao julgamento de Bolsonaro no STF

Assistir vídeo:

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), composta por Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Luiz Fux, decide hoje se aceita denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) para tornar ex-presidente Jair Bolsonaro réu por tentativa de golpe de Estado, em 2022. Bolsonaro é acusado pelo crime de “liderar organização criminosa armada”.

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Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio

 

 

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