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Correios: Lula nega privatização e diz que governo pode reduzir número de agências

Presidente estuda usar sede de outras estatais e diz que quer empresa recuperada e com lucro, mesmo que se torne economia mista

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva • Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negou que tenha interesse em privatizar os Correios, mas abriu a possibilidade de transformar a empresa em uma companhia de economia mista. A fala do chefe do Executivo foi feita durante café da manhã com jornalistas, no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (18).

"Enquanto eu for presidente não vai ter privatização, pode ter construção junto com empresas. Enquanto eu estiver na presidência não vai ter privatização dessas empresas, pode ter parceria, economia mista, mas privatização não vai ter", disse Lula.

Lula ainda lamentou a crise dos Correios, que já acumulam um prejuízo de caixa de R$ 6 bilhões. Segundo o presidente, “empresa pública não pode ser a rainha do prejuízo”, e afirmou que o governo vai tomar todas as medidas para resolver o rombo.

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Edilene Lopes é jornalista, cientista política, repórter e colunista da Itatiaia e analista da CNN Brasil. Com experiência em coberturas nacionais e internacionais, tem ampla experiência em entrevistas exclusivas com presidentes da República. Foi eleita a melhor repórter de rádio do Brasil pelo Troféu Mulher Imprensa e também venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados.

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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.

 

 

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