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Brasil assina carta conjunta pedindo libertação de reféns que ainda estão em poder do Hamas

Documento assinado por outros 16 países relaciona liberação como condição imprescindível para um cessar-fogo na Faixa de Gaza

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‘Tenho mais medo da fome e das doenças que dos bombardeios’, diz civil em Gaza
Israel anuncia abertura de passagem de fronteira para entrada de ajuda humanitária em Gaza • UNICEF/Hassan Islyeh

O Brasil é um dos signatários de uma carta assinada por outros 16 países, publicada nesta terça-feira (23), pedindo a liberação imediata dos reféns que ainda estão em poder do grupo terrorista Hamas, após os ataques direcionados a Israel no dia 7 de outubro de 2023.

Segundo a atualização mais recente feita pelo governo de Israel, Segundo as autoridades Israel, ainda há 130 reféns em Gaza, dos quais 31 podem estar mortos. A carta condiciona a liberação dos prisioneiros como condição imprescindível para que seja realizado um cessar-fogo na Faixa de Gaza, que vem sendo atacada por Israel desde o ataque sofrido no ano passado. Estima-se, por parte das autoridades do Hamas, que ao menos 30 mil pessoas já tenham morrido vítimas do exército israelense.

“Salientamos que o acordo sobre a mesa para a libertação dos reféns permitiria um cessar-fogo imediato e prolongado em Gaza, o que facilitaria o envio de assistência humanitária adicional necessária a toda a Faixa de Gaza e conduziria ao fim crível das hostilidades”, diz o trecho do documento.

Desde o início do conflito, o governo brasileiro defende o reconhecimento da Palestina como um estado independente, a fim de evitar o conflito territorial travado com Israel desde a criação do estado na região.

Mas na última quinta-feira (18), os Estados Unidos impediram que a Organização das Nações Unidas (ONU) de fizesse o reconhecimento do Estado Palestino ao vetar, no Conselho de Segurança, a adesão plena dos palestinos à entidade global.

Os EUA dizem que um Estado Palestino independente deve ser estabelecido por meio de negociações diretas entre Israel e a Autoridade Palestina, e não por meio de uma ação da ONU. O Reino Unido e a Suíça se abstiveram, enquanto os outros 12 membros do conselho aprovaram a resolução.

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Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.

 

 

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