Após troca de farpas, Marcos Pontes diz que Bolsonaro estava 'chateado' por não ter ido à posse de Trump
Senador do PL manteve candidatura ao comando do Senado e recebeu críticas do ex-presidente

"Eu conheço o Bolsonaro já há muito tempo, amigo meu, desde 2001, 2002. Então, a gente se entende bem. E como todo amigo, às vezes você concorda, às vezes não, faz parte. Se você tiver um amigo que só concorda, não é amigo, é puxa-saco. Então, a gente precisa ter ali essa relação. E é normal isso aí. Certamente ontem ele estava um tanto chateado, compreensivelmente, com a questão de não poder estar lá junto com a inauguração do Trump. E eu acho que ele estava com a cabeça um pouco quente, mas sem problema nenhum", disse Pontes.
"A minha candidatura é excelente tanto para o PL quanto para a direita como um todo. Por quê? Porque o Partido Liberal fez um acordo com Davi Alcolumbre de ter a vice-presidência e mais uma comissão. E é um acordo feito, eu respeito, sem problema nenhum, mas eu já tinha apresentado a minha candidatura como independente. E isso é um ponto importante. Eu tinha falado com o Valdemar [Costa Neto]".
Se eu for eleito, teremos a presidência do Senado, o que será muito positivo. Isso contribuirá para apoiar o próprio Bolsonaro, fortalecendo o processo para que ele seja nosso candidato à presidência em 2026. Também ajudará a buscar justiça para pessoas que estão presas injustamente, os chamados presos políticos, além de beneficiar o país como um todo e promover a harmonia entre os três poderes. Minhas propostas são lógicas, como sempre trabalhei: com serenidade, mas também com firmeza.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.
Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia.




