Saiba 6 cheiros que os gatos não gostam e como o olfato influencia o comportamento felino
Odores intensos ou estranhos à rotina podem gerar estresse, evitação de certos ambientes e até mudanças comportamentais, como urinar fora da caixa de areia

O olfato é um dos sentidos mais aguçados em gatos e é muito importante na forma como eles percebem o ambiente, se sentem seguros e escolhem onde ficar. Por isso, odores intensos ou estranhos à rotina podem gerar estresse, evitação de certos ambientes e até mudanças comportamentais, como urinar fora da caixa de areia.
O nariz dos gatos é extremamente sensível e que “cheiros comuns para humanos podem ser fortes ou desagradáveis para os felinos”, orienta o blog da Petz. Esse excesso de estímulo olfativo ajuda a entender por que determinados cheiros provocam rejeição imediata.
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Cheiros cítricos (laranja, limão, tangerina)
De acordo com a Petz, “odores cítricos costumam ser desagradáveis para os gatos”, porque são intensos e estimulam excessivamente o olfato sensível dos felinos.
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Cheiro de caixa de areia suja
O odor forte de urina e fezes acumuladas incomoda os gatos e pode levá-los a evitar o uso da caixa, o que reforça a importância da limpeza frequente.
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Banana
O cheiro da banana madura é citado como um dos aromas que muitos gatos evitam, possivelmente pela intensidade e por não fazer parte da dieta natural da espécie.
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Plantas de odor forte (arruda, lavanda, alecrim, citronela)
Plantas aromáticas intensas tendem a afastar os gatos. Além disso, o CFMV alerta que algumas dessas plantas e óleos essenciais podem ser tóxicos se ingeridos.
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Temperos e especiarias (canela, cravo, cominho)
Esses aromas são percebidos como fortes demais pelos gatos, causando desconforto olfativo.
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Produtos de limpeza e fragrâncias artificiais
Cheiros químicos intensos, como desinfetantes perfumados, também costumam ser rejeitados. Guias de bem-estar animal recomendam evitar fragrâncias fortes em ambientes frequentados por gatos.
Além da rejeição, o uso inadequado desses cheiros pode causar consequências negativas. O CFMV reforça, em materiais educativos, que aromas fortes não devem ser usados diretamente sobre o animal e que óleos essenciais podem causar intoxicações, especialmente quando inalados ou ingeridos.
Jessica de Almeida é repórter multimídia e colabora com reportagens para a Itatiaia. Tem experiência em reportagem, checagem de fatos, produção audiovisual e trabalhos publicados em veículos como o jornal O Globo e as rádios alemãs Deutschlandfunk Kultur e SWR. Foi bolsista do International Center for Journalists.



