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Bebê de 1 ano é o primeiro caso de febre maculosa em Congonhas

Secretaria de Saúde confirma infecção em criança, enquanto número de casos suspeitos no estado preocupa autoridades

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Bebê foi infectado e é mais um caso confirmado da doença em Minas Gerais
Bebê foi infectado e é mais um caso confirmado da doença em Minas Gerais • Divulgação

Congonhas registrou seu primeiro caso de febre maculosa em um bebê com apenas 1 ano de idade. A Secretaria Municipal de Saúde foi notificada do ocorrido, que se deu no distrito Barra de Santo Antônio. Esse caso surge logo após dois casos suspeitos da doença serem registrados em Viçosa na última terça-feira (27). As notificações estão relacionadas a pessoas que tiveram contato com carrapatos em áreas rurais do município.

No estado de Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Saúde registrou duas mortes por febre maculosa entre janeiro e junho deste ano. Além disso, outros nove casos foram confirmados nas regiões Central, Vale do Aço, Leste e Sul, onde a doença é mais recorrente. A Fundação Ezequiel Dias (Funed), laboratório de referência nacional para febre maculosa, também tem observado um aumento considerável no número de amostras suspeitas recebidas.

Somente neste mês, entre 1º e 19 de junho, a Funed recebeu 160 amostras com suspeita de febre maculosa. Dessas, 80% são provenientes de Minas Gerais, enquanto os outros 20% vêm dos estados de Ceará, Goiás, Pernambuco, Rio de Janeiro, Tocantins e Distrito Federal.

A febre maculosa é causada por uma bactéria transmitida principalmente pelo carrapato-estrela, que pode ser encontrado em áreas rurais e silvestres, como matas, pastos e margens de rios. É fundamental estar atento aos sinais e sintomas da doença, que incluem febre alta, dor de cabeça, dores musculares, mal-estar geral e manchas vermelhas pelo corpo. O aumento dos casos reforça a importância da conscientização e adoção de medidas preventivas para evitar a infecção pela febre maculosa.

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Isabela Vilela é repórter multimídia na Itatiaia Ouro Preto desde 2022. Jornalista formada pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), é mestranda em Comunicação pela mesma instituição, pesquisando sobre a produção jornalística em plataformas digitais. Antes, passou pela Agência Primaz de Comunicação e atuou como Copywriter e Produtora de Conteúdo em organizações sociais de Minas Gerais e São Paulo.