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Sobe para 53 o número de mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia

Comunidades da Ilha de Flores enfrentam falta de energia, água e medicamentos enquanto moradores buscam por abrigos improvisados

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Terremoto na Indonésia • JUNI KRISWANTO / AFP

Milhares de desabrigados aguardam a chegada de assistência humanitária neste domingo (16) na ilha de Flores, no leste da Indonésia, após um forte terremoto de magnitude 7,7 atingir a região na manhã de sábado. De acordo com a Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB), o abalo deixou ao menos 53 mortos e 101 feridos, além de provocar o deslocamento de cerca de 5.000 pessoas.

A região segue em alerta devido à instabilidade do solo: o órgão governamental já contabilizou 341 tremores secundários desde o abalo principal.

O terremoto destruiu centenas de casas e edifícios, além de causar o colapso nos serviços essenciais de energia elétrica e telecomunicações. Pelo menos uma via principal de acesso permanece bloqueada por destroços, o que dificulta a logística de resgate e distribuição de suprimentos.

Com medo de novos tremores ou tsunamis, muitos sobreviventes passaram a noite em colinas e áreas abertas, enfrentando desabastecimento direto de itens básicos como barracas, alimentos, água potável, medicamentos, fraldas, cobertores, camas e geradores de energia.

A população local revive o medo do desastre de 1992, quando um sismo de mesma magnitude atingiu a ilha de Flores, gerando um tsunami que deixou cerca de 2.500 mortos.

Em declaração oficial, Berton Suar Pelita Panjaitan, porta-voz da BNPB, destacou que os danos materiais "paralisaram as atividades diárias dos moradores" e que a prioridade total das autoridades no momento é reestabelecer o acesso terrestre às aldeias isoladas e prestar atendimento médico aos feridos.

*Com informação da AFP

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Giovanna Damião é jornalista da televisão, digital e do rádio. Desde 2020 como social media e redatora na televisão e, mais recentemente, atuando como apresentadora e repórter da editoria de cultura. Com versatilidade no jornalismo, caminha pela música, eventos, esportes e entretenimento.

 

 

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