Quem é Amalia Damonte, o suposto amor de infância de Papa Francisco
Em 2013, Amalia revelou para jornalistas na Argentina as memórias que tinha daquele que havia sido eleito o novo papa há pouco

O Papa Francisco morreu nesta segunda-feira (21), no Vaticano, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e insuficiência cardíaca. Mas, para Amalia Damonte, quem se foi, na verdade, foi Jorge Mario Bergoglio, seu amigo de infância em Buenos Aires.
Em 2013, Amalia revelou para jornalistas na Argentina as memórias que tinha daquele que havia sido eleito o novo papa há pouco. Quando eram apenas crianças, Amalia e Jorge trocavam cartas.
Em uma delas, Jorge chegou a dizer que se tornaria padre caso não casasse com Amalia. Obviamente, esse foi o caso anos depois. Mas, naquela época, foram os pais de Amalia que impediram que os dois continuassem conversando.
A argentina revelou que levou uma 'tremenda surra' dos pais quando as cartas foram descobertas. A mãe de Amalia rasgou as cartas e exigiu que ela não se encontrasse mais com Jorge.
A dupla morava na mesma rua do bairro de Flores, em Buenos Aires, desde a infância. As casas eram separadas por apenas quatro imóveis até que Jorge se mudou, aos 20 anos.
"Ele era alto, maduro, um jovem maravilhoso. Brincávamos nas calçadas ou nos parques locais, dançávamos... era uma coisa muito bonita. Éramos muito humildes, amávamos os pobres... nesse sentido, éramos almas gêmeas", disse ela à imprensa argentina.
Morte do Papa
O Papa Francisco morreu aos 88 anos na madrugada desta segunda-feira (21), vítima de um Acidente Vascular Cerebral. O corpo dele já está sendo velado na capela da Casa Santa Marta, no Vaticano.
O público poderá visitá-lo a partir das 9h do horário de Roma (4h do horário de Brasília) desta quarta-feira (23). No sábado (26), às 10h em Roma (5h no Brasil), haverá uma Missa Solene presidida pelo Decano dos Cardeais, Giovanni Battista Re, e, em seguida, o corpo será sepultado na Basílica de Santa Maria Maior.
Conclave
A votação do Conclave, a eleição do novo Papa, deve começar entre os dias 6 e 11 de maio, respeitando o período de 15 a 20 dias após a morte do Papa.
Será eleito aquele que receber dois terços dos votos dos cardeais votantes, ou seja, aqueles com menos de 80 anos. Ao fim da votação, as cédulas são queimadas, e a cor da fumaça esclarecerá ao público se há uma conclusão ou não. Se a fumaça for preta, não houve vencedor. Se for branca, um novo Papa foi escolhido.
Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.



