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Macron condiciona abertura de embaixada na Palestina à libertação de reféns pelo Hamas

A França deve reconhecer oficialmente o Estado da Palestina na próxima segunda-feira (22) durante a Assembleia Geral da ONU

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Fernando Macron, presidente da França.
Anúncio foi realizado, nesta quinta-feira (27), pelo presidente da França, Emmanuel Macron • Marcel Crozet | Pouteau.

O presidente Emmanuel Macron anunciou, em julho deste ano, que a França reconheceria o Estado Palestino neste mês de setembro, durante uma sessão na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. No entanto, o reconhecimento planejado não incluirá a abertura de uma embaixada, pelo menos até que o grupo terrorista Hamas liberte os reféns que estão em cativeiro em Gaza.

Neste domingo (21), em entrevistas concedidas a jornalistas, Macron afirmou que essa será uma exigência "muito clara" para a abertura de uma embaixada da França na Palestina.

Neste mês, além da França — que deve oficializar o reconhecimento na próxima segunda-feira (22) — Reino Unido, Canadá e Austrália juntaram-se às 140 nações, incluindo o Brasil, que já reconhecem formalmente o Estado da Palestina.

Além da Austrália, do Reino Unido e do Canadá, o governo português anunciou que oficializará o reconhecimento ainda neste domingo.

A Assembleia Geral da ONU aprovou o reconhecimento do Estado da Palestina em novembro de 2012, que deixou de ser apenas um "observador" e passou à condição de "Estado não membro".

*** Com informações de AFP.

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Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, já foi produtora de programas da grade e repórter da Central de Trânsito Itatiaia Emive.