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Funcionário do governo dos EUA é impedido de deixar a China, diz Washington

O funcionário americano teria sido detido por não revelar que trabalhava para o governo dos Estados Unidos ao solicitar o visto

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Praça da Paz Celestial, em Pequim, na China, foi palco de protestos em 1989
Praça da Paz Celestial, em Pequim, na China, foi palco de protestos em 1989  • Divulgação

O Departamento de Estado informou, nesta terça-feira (22), que um funcionário do governo dos Estados Unidos foi impedido de deixar a China.

Segundo o porta-voz, "um funcionário do Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos, que viajava à China a título pessoal, foi alvo de uma proibição de saída", informou a AFP.

"Estamos acompanhando este caso de perto e estamos em contato com autoridades chinesas para resolver a situação o mais rápido possível", acrescentou.

O que diz Pequim sobre o caso?

Pequim não quis revelar os detalhes do caso. No entanto, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, declarou que "a China é um país que respeita o Estado de Direito e trata das questões de entrada e saída de acordo com a lei".

Segundo a AFP, no início do mês, os Estados Unidos declararam ter prendido dois chineses que supostamente tentaram recrutar militares como agentes de inteligência.

O presidente Donald Trump já descreveu a China como o principal adversário dos Estados Unidos, mas também se orgulha de ter uma boa relação com Xi Jinping.

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Mestrando em Comunicação Social na UFMG, é graduado em Jornalismo pela mesma Universidade. Na Itatiaia, é repórter de Cidades, Brasil e Mundo