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Brasil condena ataques dos EUA e de Israel ao Irã e pede 'máxima contenção'

Trump afirmou que a ofensiva tem o objetivo de ‘defender o povo americano’ de ‘ameaças do governo iraniano’

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Palácio Itamaraty, em Brasília.
Palácio Itamaraty, em Brasília, sede do Ministério das Relações Exteriores • Reprodução | Itamaraty.

O Ministério das Relações Exteriores divulgou nota em que condena os ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã neste sábado (28). No comunicado, o governo brasileiro pediu que os países envolvidos busquem resolver o conflito por vias diplomáticas.



"Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região", afirmou o Itamaraty, que fez apelo para que as partes respeitem o Direito Internacional e "exerçam máxima contenção".

A nota informa ainda que as embaixadas do Brasil em Teerã e no Oriente Médio acompanham a situação.

Leia a íntegra da nota

“O Governo brasileiro condena e expressa grave preocupação com os ataques realizados hoje (28/2) por Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã. Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região.

O Brasil apela a todas as partes que respeitem o Direito Internacional e exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil.

As embaixadas do Brasil na região acompanham os desdobramentos das ações militares, com particular atenção às necessidades das comunidades brasileiras nos países afetados. Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem.

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Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.

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