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Jardim Botânico em Juiz de Fora convida visitantes a coletar e comer jabuticabas

As árvores estão espalhadas em diversos pontos do local, no Bairro Santa Terezinha. A coleta é para consumo próprio, em quantidade reduzida e sem fins comerciais. O espaço disponibiliza acessórios para facilitar a coleta nos ramos mais altos.

Por e , Juiz de Fora
Visitantes podem coletar e comer jabuticabas no Jardim Botânico
Visitantes podem coletar e comer jabuticabas no Jardim Botânico • Raul Mourão/ UFJF

Quem visitar o Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) poderá colher e comer jabuticabas diretamente das árvores, que estão em época de frutificação.

A coleta é para consumo próprio, em quantidade reduzida e sem fins comerciais. O espaço disponibiliza acessórios para facilitar a coleta de frutos localizados em ramos mais altos.

Vale ressaltar que a coleta é para consumo próprio, em quantidade reduzida e sem fins comerciais.

As árvores estão espalhadas em diversos pontos. Às margens do primeiro lago, na margem direita do segundo e em uma alameda composta apenas pelos pés de jabuticaba, no fim de um percurso local, chamado Trilha da Juçara.

"As jabuticabeiras fazem parte da paisagem e da história do Jardim Botânico. Nesse ano, com as chuvas que ocorreram no inverno favoreceram a frutificação. Durante esse período, os visitantes podem colher e saborear as jabuticabas diretamente das árvore, mas não é permitido subir nos troncos ou galhos", explicou o diretor do Jardim Botânico, Breno Moreira.

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Biodiversidade e identidade brasileira

As jabuticabas também cumprem papel ecológico e fazem parte da memória e identidade local, Breno Moreira destaca esta ligação.

"As folhas e frutos contribuem para a biodiversidade, oferecendo recursos alimentares para diferentes animais da fauna, principalmente as aves. Além de alimentarem memórias afetivas de diferentes gerações no país"

Os frutos das jabuticabeiras alimentam, por exemplo, jacus e macacos. Em Juiz de Fora, a frutificação ocorre na primavera e no verão, especialmente entre outubro e fevereiro. O processo depende de fatores climáticos, como temperatura, volume de chuvas e disponibilidade de água no solo.

Enquanto períodos de estiagem podem comprometer a floração e o desenvolvimento dos frutos, a umidade adequada favorece sua formação.

*Escrita por Michel Santos sob supervisão de Roberta Oliveira

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Graduando em jornalismo pela UFJF, Michel Santos é estagiário da Itatiaia em Juiz de Fora. Apaixonado por esportes, videogames e fã aficcionado de automobilismo.

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Natural de Juiz de Fora, jornalista com graduação e mestrado pela Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Experiência anterior em Rádio, TV e Internet. Gosta de esporte, filmes e livros. Editora Web na Itatiaia Juiz de Fora desde 2023. Tricampeã na categoria Web/Mídias Digitais no Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo, do Sindicomércio JF.

 

 

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