A Defesa Civil de Juiz de Fora registrou 4.716 ocorrências entre 23 de fevereiro até a tarde desta quinta-feira (5). E a Companhia de Saneamento Municipal (Cesama) informou que praticamente todas as unidades operacionais afetadas se encontram em funcionamento, com elevatórias e reservatórios operando com bons níveis.
O balanço se refere às solicitações decorrentes do
Na Defesa Civil, do total das mais de 4.700 ocorrências, foram 2.266 escorregamentos de barranco, 632 de ameaça de escorregamento e talude e 365 de ameaça de desabamento de edificação.
Na cidade, foram 65 mortes e mais de 8.500 pessoas estão desalojadas e desabrigadas.
Abastecimento de água
Nesta quinta (5), a Cesama informou que, com a retomada do funcionamento das principais estruturas do sistema, as ocorrências de desabastecimento passam a ser pontuais.
A Estações Elevatórias de Água Tratada (EEAT) Milho Branco 2 e Recanto da Mata 2 voltaram a operar normalmente. O sistema Grajaú–Santa Rita apresentou importante recuperação, com a EEAT Santa Rita também em operação, regularizando o abastecimento na região.
Agora, os trabalhos se concentram, principalmente, em áreas onde foi necessário realizar o fechamento de registros devido a riscos de deslizamento de terra ou para execução de manutenções emergenciais. Aguardam a liberação da Defesa Civil a área conhecida como Chapadão, no bairro Dom Bosco e Jardim Bom Clima.
Outras frentes de trabalho estão nas seguintes ruas:
- Rua Detetive José Felipe, Jóquei Clube
- Rua Tenente Lucas Drumond, Jardim Natal
- Rua Mamede Camilo, Esplanada
- Rua Jorge Angel Livraga, Solidariedade
- Rua José Antônio Mendes, Jardim Bom Clima
- Ruas do Carmelo, Renato Cruz Frederico, Engenheiro Murillo Miranda de Andrade, Adolpho Chelles, no Paineiras
- Rua Antônio Espanhol Celeste, Jardim América
- Rua Waldomiro Elói do Amaral, Graminha
- Rua Rosa Sffeir, Grajaú
- Ruas João Luzia, Manoel Clemente, Maria Florice dos Santos e José de Castro Ribeiro, no bairro Três Moinhos
Conforme a Cesama, o atendimento com caminhões-pipa é realizado, priorizando emergências e as condições de acesso a unidades de saúde, instituições públicas e moradores em situação de maior vulnerabilidade.