Pesadelo na Cozinha no Café Cultura mostra sujeira extrema e choca o público: 'Imundície'
Após o programa, local foi reformado, limpo e recebeu elogios de Érick Jacquin: 'Agora, o Café Cultura é só orgulho em BH!'

Em um dos momentos, Jacquin se depara com uma panela de pressão com grande acúmulo de sujeira e gordura e pergunta se ela é usada. Rafael diz que não, e Jacquin a joga no lixo. No entanto, no dia seguinte, o utensílio aparece novamente entre os itens em uso.
O desafio proposto a Rafael foi limpar uma panela que, segundo uma das funcionárias, estava em condições críticas. Nas imagens, ele aparece se esforçando, mas demonstra resistência em reconhecer o nível de sujeira do objeto. No teto da cozinha, é possível ver uma camada grossa de gordura pingando sobre o fogão, igualmente sujo.

'Aqui é um lixo'
Uma das funcionárias afirmou que, “em dois anos, recebeu material uma vez”, referindo-se a vasilhas. Ao ser questionado se considera o restaurante limpo, Rafael afirma que acredita que pode melhorar. Jacquin rebate, dizendo que fogão e geladeira estavam “podres”.
Jacquin convida o jornalista gastronômico mineiro Daniel Neto, o Nenel, para experimentar os pratos. Na ocasião, Nenel aprovou o tropeiro, mas apontou problemas na costelinha. “A composição, no geral, não estava legal”, disse.
Jacquin é mais enfático: “Aqui é um lixo.” O chef também questiona o que haveria de cultura no bar, afirmando que, se fosse o caso, seria “cultura da sujeira”.

Negação da sujeita
Em outro momento, com a ajuda de um ator, Fabiano Persi, eles realizam uma dinâmica no Parque das Mangabeiras, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Na atividade, o ator interpreta Rafael, respondendo ao chef francês sem considerar a gravidade das situações.
Em uma das cenas, a câmera chega a filmar uma barata, e Rafael afirma se tratar de uma formiga.

Novo cardápio
Após as reformas e a limpeza, o bar ganhou um novo ar, com decoração, utensílios de cozinha limpos e novos, além de novos uniformes.
Rafael apareceu emocionado. Um novo cardápio foi criado, com diversos pratos mineiros, como canjiquinha mineira com costelinha de porco, servida com purê de mandioca.
Pesadelo na Cozinha
No comando do programa, Jacquin enfrenta a tarefa de salvar restaurantes que estão à beira do fechamento. Ele avalia desde a qualidade técnica dos pratos e a higiene da cozinha até a organização administrativa e o relacionamento, muitas vezes conturbado, entre os funcionários.
Com seu estilo característico — direto, rigoroso e sem filtros —, o chef aponta as falhas que estão levando o negócio ao prejuízo e propõe mudanças drásticas.
As intervenções podem incluir a reformulação total do cardápio, reformas na estrutura física e uma nova postura na gestão. O objetivo final é recuperar a credibilidade do local e devolvê-lo ao caminho do sucesso.
Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.



