O técnico Gabriel Leite, do Batavo Mackenzie, foi direto ao analisar a possibilidade de contar com atletas da base do clube em jogos da Superliga Feminina de Vôlei.
Para o treinador, essas meninas ainda são muito novas e possuem uma diferença física grande para as atletas adultas.
“As meninas da base já têm oportunidades de treino no dia a dia. São meninas de 16, 17 anos, para elas conseguirem jogar nesse nível é uma lacuna de parte física muito grande para elas conseguirem acompanhar o ritmo e o nível de força que uma adulta de Superliga tem”, disse.
“Elas acompanham o dia a dia e, quando têm oportunidade [de jogar], elas agarram, elas entram bem. Então, a gente está muito feliz de dar essa oportunidade, não do jeito que a gente gostaria, mas elas aproveitam isso. E é muito bom para mostrar para as meninas que estão começando que elas podem vislumbrar um dia chegar no adulto do Mackenzie”, finalizou Gabriel.
O Mackenzie é tradicionalmente conhecido como um clube formador. No vôlei, a instituição já revelou grandes nomes do esporte brasileiro como as medalhistas olímpicas em Paris 2024 Carolana e Gabi Guimarães e a bicampeã olímpica Sheilla.
Na sexta-feira (20), Gabriel precisou contar com algumas meninas da base na
Situação do Mackenzie na Superliga
O Mackenzie é atual oitavo colocado da Superliga Feminina de Vôlei. Apesar da derrota para Praia na última rodada, a equipe contou com o tropeço do Barueri para o Gerdau Minas na quinta-feira (19) e, pode ter uma certa tranquilidade na tabela e permanecer na mesma colocação.
Para se classificar à fase mata-mata da Superliga, o MEC precisa terminar a fase classificatória entre os oito melhores colocados.
O Mackenzie volta às quadras no dia 5 de março. A equipe enfrenta o Tijuca, pela oitava rodada do returno da Superliga, no Rio de Janeiro.