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MOC Vôlei montou equipe para retornar à elite e o sentimento para a Superliga

Gestor do projeto, Andrey Santos revelou detalhes do processo de construção da equipe para temporada 2026/2027

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Equipe do Montes Claros Vôlei para a temporada 2026/2027
Equipe do Montes Claros Vôlei para a temporada 2026/2027 • Montes Claros Vôlei / Divulgação

Após dois anos, o Montes Claros Vôlei está de volta à elite nacional. A equipe do Norte de Minas, vice-campeã da Superliga B, está novamente na principal competição nacional do calendário. Andrey Lopes, gestor do MOC Vôlei, demonstrou confiança no grupo montado.

A equipe conta com cinco remanescentes da última temporada. O gestor, junto da diretoria, apostou na mescla de jogadores experientes com algumas apostas.

"Ficaram cinco remanescentes do acesso e trouxemos pontualmente atletas com potencial, mas com lastro já de Superliga ou internacional. E assim, a gente tá muito confiante", revela.

"Buscamos o Matías, que estava na França. Foi uma promessa do Sada, jogou bem em Blumenau e na França. Buscamos Rajé, de Barbados, que jogou a Superliga por Juiz de Fora e foi bem nos Estados Unidos", destaca.

Do grupo montado pelo Montes Claros, apenas o oposto PV não tem experiência em algum torneio de elite. Os outros atletas todos são experimentados no alto nível, seja no Brasil ou no exterior.

É o caso de Dusan Bonacic. Capitão da Seleção Chilena, o ponteiro é uma das apostas para a temporada 2026/2027. Bonacic, de 31 anos, passou Itália, Suíça, Argentina, Catar e República Tcheca.

Competitividade

Andrey pontua a competição interna como um bom ponto dentro do grupo formado. O gestor afirma que não tem jogador com "cadeira cativa" na equipe titular.

O gestor revela também a diferença para os adversários. Principalmente a nível estadual, ele destaca o entrosamento dos adversários.

"A gente montou um trabalho e volto a falar, estamos confiantes. Um trabalho de construção, uma equipe coletivamente interessante, que tem disputa praticamente em todas as posições. Não tem uma posição sequer que tenha um um atleta sempre sendo garantido como titular", comenta.

"O Praia (Clube, de Uberlândia), tá com o mesmo grupo há três anos. O Monte Carmelo tá com a base ha mais três anos. O Sada, um time com a base mais de uma década, né? Estruturado. E nós, com equipe em formação ainda... A gente buscou, na composição da equipe atletas, como eu falei, com experiência e que tenha potencial de crescimento. E agora, claro, o Mineiro serve para isso para nós, que é o ajuste", explica.

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Leonardo Parrela é chefe de reportagem do portal Itatiaia Esporte. É formado em Jornalismo pela PUC Minas. Antes da Itatiaia, colaborou com ge.globo, UOL Esporte e Hoje Em Dia. Tem experiência em diversas coberturas como Copa do Mundo, Olimpíada e grandes eventos.

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