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Ex-treinador abre o jogo sobre 'vida paralela' de Fábio antes do Cruzeiro

PC Gusmão afirmou que o goleiro do Fluminense 'fumava, bebia' e ficava ‘sempre acima do peso’

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Fábio, ex-goleiro do Cruzeiro • Gustavo Aleixo

O técnico Paulo César Gusmão, mais conhecido como PC Gusmão, relembrou momentos de convivência com o goleiro Fábio, do Fluminense, durante as passagens por Cruzeiro e Vasco, no início deste século. Em entrevista nessa terça-feira (22) ao Charla Podcast, o comandante revelou que o ídolo da Raposa tinha uma “vida paralela” no início da carreira, regada de indisciplina.

"Fábio fumava, bebia, tinha uma vida paralela bem atrapalhada. Agora, com um potencial... Eu apostei no Fábio trazendo ele para o Vasco, acreditando nele, pedindo ao doutor Eurico para segurá-lo. Uma vez eu estava na Olimpíada, ele (Eurico) me ligou, disse que mandaria o Fábio embora. Eu pedi para eles me aguardarem. Um percentual de gordura alto, sempre acima do peso", contou PC Gusmão.

Fábio já relatou em diversas entrevistas ter se disciplinado durante sua segunda passagem pelo Cruzeiro, entre 2005 e 2021, quando encontrou suporte e ajuda na religião evangélica. Atualmente no Fluminense, aos 43 anos, o jogador manteve a boa forma e revolucionou seu estilo de jogo ao adotar o modelo do técnico Fernando Diniz, que exige que o goleiro participe da partida com os pés.

“Era um pé de pano. Rapaz… Para bater tiro de meta, que dificuldade! Porque, depois, eu fui treinador dele no Cruzeiro, em 2005 e 2006. Mas era uma dificuldade muito grande. Para você ver o que a repetição faz. Ele joga em alto nível. Viralizou aquela saída contra o City. O Fluminense não consegue sair, e a bola passa no pé dele duas vezes. É muito bacana”, avaliou PC Gusmão.

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Jornalista pela PUC Minas, Pedro Leite é repórter do portal Itatiaia Esporte. Tem experiência na cobertura diária de portais, redes sociais e jornal impresso. Apaixonado por futebol, já passou pelo Superesportes.

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