Gabriel Bortoleto avaliou temporada de estreia na
Para efeito de comparação, Nico Hülkenberg, companheiro de equipe do jovem de 21 anos, ficou com o 11º lugar, com 51 pontos.
Bortoleto fez um balanço do desempenho na temporada 2025 e citou o GP da Hungria como destaque pessoal no ano.
“Tive uma ótima classificação no Q3, fiz uma boa ultrapassagem logo na primeira volta e, em seguida, tive um gerenciamento de pneus muito bom, o que me permitiu terminar a corrida em P6", iniciou.
“Foi bom porque era pura velocidade e muito divertido de dirigir. Houve muitas outras corridas: Áustria, meus primeiros pontos, Monza e Spa. Acho que todas essas corridas também foram muito boas”, disse Gabriel.
Adiante, o brasileiro relembrou o desafio técnico pela adaptação com o carro de Fórmula 1.
“A quantidade de informações que recebi este ano e tudo o que aprendi com os engenheiros, estudando e fazendo tudo junto, foi ótimo. Sinto que, no ano passado, durante o teste pós-temporada, eu realmente não sabia nada. Não tinha ideia do que queria do carro, do que precisava do carro”, afirmou Gabriel.
‘Pressão’ por defender a Audi em 2026?
Na sequência, Gabriel falou sobre a “pressão” por defender a Audi em 2026. Isso se deve ao fato de que a empresa alemã comprou a equipe Sauber e assume a gestão da escuderia no próximo ano.
Bortoleto rechaçou o risco de se sentir pressionado e apontou para o maior senso de responsabilidade na temporada de 2026.
“Bem, eu não diria ‘pressão’. É claro que, em uma temporada de estreia, há coisas que você pode fazer e das quais ainda pode se safar. Mas ainda acho que tenho muito a aprender no próximo ano. Será apenas meu segundo ano na F1. É o início de uma carreira. Há pessoas aqui que estão correndo há 15 ou 20 anos. Portanto, ainda há uma grande diferença, e continuará assim porque eles continuam correndo”, avaliou Bortoleto.
“Mas eu não chamaria isso de pressão. Acho que, com o surgimento da marca Audi e tudo mais, definitivamente haverá mais responsabilidades. É o início de um projeto e de uma nova geração de carros. Então, com certeza sentiremos a pressão de desenvolver um bom carro e uma boa fonte de energia para podermos lutar pelo título mundial um dia”, finalizou o brasileiro.