Os bastidores da
Segundo publicação realizada nessa terça-feira (1), o tetracampeão do mundo está perto de se juntar à Mercedes. Contudo, as tratativas têm um empecilho: parte da direção da escuderia alemã não aprovou a mudança.
De acordo com a Sky Italia, o impasse se dá pela mudança de regulamento para a próxima temporada. Integrantes do corpo diretivo da equipe acreditam que a Mercedes pode ter, independente da dupla de pilotos, condições de lutar por vitórias.
Na última semana, após o treino livre 2 do GP da Áustria, Toto Wolff, CEO e chefe de equipe da Mercedes,
“Como diretor responsável pela melhor marca do mundo, é claro que tenho que me informar sobre o que um tetracampeão mundial quer fazer no futuro. Isso pode ser a longo prazo. Não tem relação e não coloca pressão na renovação de George”, iniciou.
“É uma perspectiva a longo prazo (a contratação de Verstappen). O que é? Qual é o contexto que você vai operar? Nada mais, nada menos que isso”, completou Toto.
Russell de saída?
Como resultado da possível chegada de Verstappen à Mercedes, George Russell, um dos pilotos da equipe nesta temporada, pode deixar a escuderia no fim deste ano.
Segundo publicação da Sky Italia, o piloto possui negociações para a renovação de contrato em curso com a Mercedes. No entanto, a chance de acerto com Max pode frustrar os planos do piloto inglês. Russell tem vínculo com a escuderia válido até o fim de 2025, assim como Kimi Antonelli. Contudo, o italiano é tratado como “sucessor” de Verstappen na categoria.
Contrato de Verstappen
Max Verstappen possui contrato com a Red Bull válido até o fim de 2028. No entanto, o piloto poderá deixar a escuderia no fim desta temporada.
Isso se deve ao fato do vínculo de Max com a escuderia austríaca possui uma cláusula que o permite rescindir com a equipe caso não esteja entre os quatro primeiros do Mundial de Pilotos no início das férias de verão da Fórmula 1. O período de recesso se inicia após o Grande Prêmio da Hungria.
Atualmente, Verstappen ocupa a terceira colocação no campeonato com 155 pontos, 36 a mais que o quinto colocado, George Russell.
Até a etapa na Hungria, restam três Grandes Prêmios e 83 pontos a serem disputados. Dentre as provas, inclui-se o GP da Bélgica, que conta com uma corrida sprint.