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Kings League conversa com clubes do Brasil e quer ter futebol feminino, revela Piqué

Ex-jogador e presidente da modalidade está em São Paulo para reuniões e definições dos próximos passos no território brasileiro

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Gerard Piqué, criador e presidente da Kings League
Gerard Piqué, criador e presidente da Kings League • Itatiaia

Um dos grandes fenômenos culturais dos últimos anos, a Kings League tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil. Nesta terça-feira (29), o ex-jogador Gerard Piqué, fundador da modalidade, esteve em São Paulo e revelou possíveis novidades para o futuro, como parcerias com clubes e criação de ligas do futebol feminino.

O campeão do mundo com a Espanha em 2010, exaltou o mercado brasileiro e disse que conversa com os presidentes dos clubes da liga para elevar o nível.

“Para nós, o Brasil é um mercado muito valioso, e o público, desde o primeiro dia, demonstrou um comprometimento e um grande engajamento com o produto. Estamos trabalhando com os presidentes e os clubes para levar a Kings League Brazil a outro nível, para formar comitês de marketing, competição e comercial junto com eles”, disse.

Piqué foi questionado sobre a possibilidade de entrada ou parceria de tradicionais clubes do futebol brasileiro na Kings League, e revelou que já há algumas conversas. O desafio é encontrar um formato comercial que funcione para os dois lados.

“Existe um enorme interesse em se juntar a nós de alguma forma, e o que precisamos descobrir é como fazer isso”, afirmou.

O ex-zagueiro ainda revelou que a liga trabalha agora para “atacar” o mercado dos EUA, mercado que eles veem como estratégico. Já há uma operação para definir cidades, estrutura e participantes.

Piqué ainda revelou que a Kings League não tem intenção de abrir espaço para mais investidores no momento, já que no início de 2026 fez uma rodada de investimentos e arrecadou cerca de 65 milhões de dólares (R$ 338 milhões).

Futebol feminino e a Queens League

Piqué também comentou sobre a possibilidade da implementação do futebol feminino no Brasil, a Queen League, e repassou a palavra para a nova diretora-geral da Kings League no Brasil, Anadege Freitas.

“Existe interesse das marcas de fazer de uma possível Queens. Ainda está tudo sendo desenvolvido. Pra mim, que sou mulher, é um prazer estar explorando e conversando muito (sobre a Queens League). A gente sabe que é um pedido da comunidade dos times ,ainda mais ano que vem, que é ano de Copa do Mundo no Brasil. Vemos o crescimento dos torneios femininos no Brasil. Vemos essa oportunidade e estamos estudando, conversando com presidente e times, mas a intenção é que algo aconteça no próximo ano”, disse Ana.

Ana ainda destacou que o Brasil é top 2 maiores mercados de Kings League no mundo, que gerou aumento de 21% de engajamento e bateu recorde de audiência no último torneio.

Mesmo assim, ela citou que a Kings League ainda tem muita oportunidade de expansão grande, principalmente regional, destacando o nordeste, que já foi bem receptivo com a equipe Nyvelados, que fez ações na região.

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Alecsander Heinrick é formado em Comunicação Social - Jornalismo pela PUC Minas e tem experiências em agências de comunicação e redação. Teve passagens por Esporte News Mundo, EstrelaBet, Jornal Hoje em Dia, Trivela e Jornal O Tempo. Apaixonado por todos os tipos de esportes, em especial futebol, futebol americano e basquete, além de séries e filmes.

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Iúri Medeiros é formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Passou pela Gazeta Esportiva, onde estagiou e posteriormente cobriu o dia a dia do Corinthians. Além do noticiário do Timão, participou da cobertura de jogos de Palmeiras, Santos e São Paulo, além de eventos na capital paulista, como a São Silvestre. Na Itatiaia, acompanha Corinthians e Santos.

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