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Lateral da Seleção Brasileira revela pedido de Ancelotti: 'Não tem muita tática'

Wesley contou que treinador, na frente de todo o grupo, mostrou vídeo de lance que cometeu um erro

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Carlo Ancelotti, téncico da Seleção Brasileira
Carlo Ancelotti, téncico da Seleção Brasileira • Rafael Ribeiro / CBF

O lateral-direito Wesley revelou o que tem conversado com o técnico Carlo Ancelotti durante o período de preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo. Os diálogos com o italiano são focados no posicionamento em campo.

Wesley contou que Ancelotti, na frente de todo o grupo, mostrou um vídeo de um lance que cometeu um erro e perguntou ao Danilo o que o lateral tinha que ter feito.

"Uma conversa muito saudável, para agregar no meu futebol, ele sabe do meu potencial ofensivo, mas coloco na minha cabeça que, quando estiver bem fisicamente, estarei bem defensivamente e vice-versa. Me ajuda nos detalhes, de cercar, o momento certo de subir e ficar, tem conversado bastante comigo. Espero ajudar bastante no ataque e na defesa", contou Wesley em entrevista coletiva no início da tarde desta quinta-feira (4).

Me pede para ser eu mesmo. Não tem muita tática. Me coloca ali por saber o que posso fazer, é uma característica minha. No treino, eu estva mais ofensivo, mas é isso. Me coloca na frente e pede para ser feliz.

Wesley em entrevista coletiva

O Brasil encara o Egito no próximo sábado (6), às 19h (de Brasília), no Huntington Bank Field, em Cleveland, nos Estados Unidos. Esse será o último compromisso da Seleção antes da Copa do Mundo.

Mais respostas de Wesley

Jovens e experientes na Seleção

"Eu não sou muito de falar, sou mais quieto, de ouvir e aprender. Ainda mais chegando agora. Vou perguntando um pouco para cada e aprendendo. Mas escutam os mais jovens que falam, somos muitos, mas é importante. Têm ideias, são caras experientes, com muito tempo de Europa, e, às vezes, temos ideias. Essa troca está muito boa, ambiente muito bom. Que continue assim."

Temporada artilheira pela Roma

"No Flamengo, era muito ofensivo, mas pela direita, chegando ao fundo para fazer um cruzamento, dar uma assistência. Na Roma, estou jgoando para terminar as jogadas, aprimorei em chegar na área e chutar. O Gasperini pede isso. Quando assinei o contrato, eles me pediram seis gols. Só não fiz o sexto porque não joguei o último jogo. Muito feliz por tudo o que está acontecendo. Que na próxima temporada seja o dobro."

Trajetória até a Copa do Mundo

"Minha história, a maioria já conhece. Não imaginava (estar na Copa), era um sonho, óbvio, mas era um sonho distante. Não estava na Europa, era muito distante. Só que consegui dar a volta por cima. Daqui para frente, espero que seja coisa boa, mas podem chegar coisas difíceis na carreira, mas vou estar preparado para isso. É manter como essas últimas temporadas, estar em uma Copa é um prêmio por tudo o que fiz. É manter o foco."

Poder de marcação

"A marcação individual eu fazia com o Filipe Luís no Flamengo, mas também marcava por zona. O Gasperini pede isso, eu coloco na cabeça que quem está na frente não vai passar. Ele pede isso, tem que correr, disputar, eu penso nisso e consigo me adaptar."

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Rômulo Giacomin é repórter multimídia da Itatiaia. Formado pela UFOP, tem experiência como repórter de cidades da Região dos Inconfidentes, e, na cobertura esportiva, passou por Esporte News Mundo, Estado de Minas, Premier League Brasil e Trivela.

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Chefe de reportagem e ex-correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.

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