Inicialmente, ficou acertado que o Corinthians pagaria R$ 1 milhão à vista ao Tricolor pelo empréstimo de uma temporada. Depois, até outubro, o clube do Parque São Jorge arcaria com mais R$ 500 mil, totalizando R$ 1,5 milhão pela cessão. A opção de compra está fixada em 2,5 milhões de euros (cerca de R$ 15,5 milhões).
A Itatiaia apurou que a diretoria do Timão não dispõe, neste momento, do valor solicitado pelo São Paulo para realizar o pagamento à vista. Uma fonte ligada ao clube revelou que não há sequer previsão para que o depósito seja efetuado, levando em consideração os recursos que ainda entrarão nos cofres e as pendências financeiras que a agremiação precisa honrar.
O Corinthians receberá 1,5 milhão de euros (aproximadamente R$ 9,5 milhões) do Torino, da Itália, pelo empréstimo do zagueiro João Pedro Tchoca. A reportagem ouviu, porém, que os clubes ainda discutem como e quando esse valor será depositado.
Do lado tricolor, o negócio segue sendo tratado como encaminhado, e há otimismo por um desfecho positivo para todas as partes. O presidente Harry Massis, no último domingo (25), chegou a afirmar que esperava que o pagamento do Corinthians fosse realizado nesta segunda-feira (26).
Até o momento, o São Paulo não trabalha com a hipótese de o negócio “melar”.
Alisson foi um pedido do técnico Dorival Júnior, que trabalhou com o volante nos tempos de São Paulo. Juntos, conquistaram a Copa do Brasil de 2023.
Além dos valores citados, o contrato prevê uma multa caso Alisson atue pelo Corinthians contra o São Paulo. A cláusula estabelece o pagamento de R$ 2 milhões para liberar o volante a entrar em campo no clássico.
Além disso, se o meio-campista completar 25 jogos com ao menos 45 minutos em campo, o Timão ainda teria que pagar mais 250 mil euros (cerca de R$ 1,5 milhão).