Belo Horizonte
Itatiaia

Clube sul-americano negocia contratação de Vozinha, de Cabo Verde, diz jornalista

Destaque de Cabo Verde na Copa do Mundo pode estar próximo de jogar no Chile na próxima temporada

Por
Vozinha em campo durante Cabo Verde x Espanha
Vozinha em campo durante Cabo Verde x Espanha • Reprodução/Instagram/FIFAWorldCup

O goleiro Josiamar Vozinha pode estar próximo de jogar no futebol da América do Sul. O destaque da seleção de Cabo Verde na Copa do Mundo estaria negociando com o Colo-Colo (CHI) para uma contratação sem custos.

Segundo informações do jornalista italiano Fabrizio Romano, especialista em mercado de transferência, o clube chileno chegou a mandar uma proposta, mas recebeu uma contra-proposta do staff de Vozinha. O Colo-Colo também negocia com o goleiro uruguaio Santiago Mele e deve tomar uma decisão na próxima semana.

O Colo-Colo é o atual líder do Campeonato Chileno. A equipe ocupa o primeiro lugar da Liga Primeira, com 36 pontos.

Atualmente o Vozinha defende as cores do GD Chaves, clube da Segunda Divisão de Portugal. Ele já defendeu as cores do Gil Vicente, da elite do futebol português, em 2017. Mas teve destaque pelo AEL Limassol, do Chipre, clube em que ficou cinco anos.

Vozinha

Destaque da Seleção de Cabo Verde, Josimar Jose Evora Dias, o "Vozinha",  é um dos jogadores mais velhos da Copa do Mundo, e tem nome inspirado em um ex-jogador da Seleção Brasileira. 

Josimar completou 40 anos no dia 3 de junho. Com 90 jogos pela seleção, e considerado um dos maiores atletas da história de Cabo Verde, o seu nome homenageia o ex-jogador do Botafogo Josimar Pereira, lateral-direito da Seleção Brasileira na Copa de 1986. 

Ao explicar de onde vem o apelido "Vozinha", Josimar destaca que ele surgiu por conta da sua criação, 100% feita pelos avós.

"O apelido é por causa dos meus avós. Eu nunca vivi com meus pais. Quando nasci, meu pai estava no serviço militar e minha mãe tinha sempre de trabalhar para alguma coisa. Então sempre cresci com meus avós. Na minha zona os rapazes eram muito mais velhos e eu sempre jogava na rua, levando muita pancada. Jogava muito bem com os pés, era competitivo e rebelde, não gostava de perder. Tomava muita porrada, e sempre quando não conseguia dar o troco, ia para casa com raiva, com a cara fechada, e eles ficavam tirando sarro, que eu tava indo reclamar com os avós", disse o jogador.

Por

Giovanna Rafaela Castro é jornalista graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Amante de esportes e suas diversas ramificações no extracampo. Passagem por Estado de Minas.

Acompanhe Esportes nas Redes Sociais