Por que Zubeldía insistiu em Calleri até o atacante encerrar 'seca' no São Paulo
Jogador voltou a marcar depois de nove partidas

Calleri fez o segundo gol do São Paulo na vitória por 4 a 1 sobre o Mirassol, na última quarta-feira (5), e encerrou uma seca de gols que durou 113 dias. Mesmo durante o período de jejum, o centroavante nunca foi preterido pelo treinador Luis Zubeldía e seguiu como titular absoluto.
A última vez que ele tinha balançado as redes foi na eliminação na Libertadores para o Botafogo, em setembro de 2024. Ao todo, foram nove jogos sem marcar.
"A verdade é que estou muito feliz, não estavam saindo os gols, mas a vontade estava. A torcida reconhece. Estou feliz, sinto que estava bem, mas quando não tem gol parece que está tudo ruim", disse Calleri, após a partida contra o Mirassol, no Morumbis.
“Não sou de trocar muito o atacante, sobretudo quando ele está consolidado, quando é um jogador que já mostrou muito, que tem energia, nos dá muita personalidade, como é o Calleri. Não sou de tirar a confiança de jogadores que são muito importantes para o jogo”, afirmou o treinador, em entrevista no ano passado.
Contando todas as passagens, Calleri está em sua sexta temporada com a camisa do São Paulo. Considerado ídolo pela torcida, ele soma 213 partidas, 77 gols e 25 assistências pelo Tricolor.
O argentino também é o segundo maior artilheiro estrangeiro do clube. Ele está atrás do uruguaio Pedro Rocha, que marcou 113 gols quando defendeu o Tricolor, de 1970 a 1977.
Rafael Oliva é formado em Jornalismo pela PUC-SP, pós-graduando em Marketing e Mídias Digitais pela FGV e produtor audiovisual. Passou por Lance! e Câmara Municipal de São Paulo. Já cobriu o dia a dia de Santos, Palmeiras e diversos eventos esportivos na cidade de São Paulo. Na Itatiaia, cobre Palmeiras, São Paulo e outros esportes na capital paulista.



