Khellven está bem adaptado ao
De acordo com o atleta, a concorrência com o argentino Giay eleva o nível da disputa pela posição e, consequentemente, das atuações.
“A disputa com o Giay também eleva meu nível, porque é um cara de muita qualidade. Sinto que a cada jogo estou mais solto e entendendo melhor o clube. Ainda estou evoluindo, mas já me sinto bem adaptado ao ambiente e ao estilo do time”, disse.
Khellven é um dos que chegou ao Palmeiras durante reformulação do elenco. O novo grupo de jogadores, que conta com poucos remanescentes da era vitoriosa recente do Verdão, está entendendo as ideias de Abel Ferreira.
“Acredito que todos estão assimilando sim. Ele tem uma metodologia muito clara e passa confiança para executarmos dentro de campo. Está no Palmeiras há alguns anos e isso facilita bastante o entendimento. No dia a dia o ambiente é muito bom”, afirmou o lateral.
“Temos um grupo unido e focado. Sabemos das nossas responsabilidades e trabalhamos diariamente buscando os nossos objetivos”, completou.
Khellven em treino do Palmeiras antes do jogo contra o Capivariano, pelas quartas do Paulista
Em 2025, o Palmeiras chegou à final da Copa Libertadores, do Campeonato Paulista e disputou o título da Série A do Campeonato Brasileiro com o Flamengo até os últimos jogos da competição. Para Khellven, a temporada anterior foi competitiva. A intenção é transformar o desempenho em taças neste ano.
“Vejo a temporada passada como competitiva. Claro que aqui a cobrança é por títulos, e a gente também se cobra muito internamente. Jogar no Palmeiras é carregar a responsabilidade de um clube campeão e acostumado a vencer. Estar sempre disputando na parte de cima mostra consistência”, analisou.
“O objetivo agora é transformar esse desempenho em conquistas, que é o que o torcedor merece”, concluiu o camisa 12.
Khellven, do Palmeiras, fala com a Itatiaia
Você chegou para assumir uma posição que tinha Marcos Rocha e Mayke. Como é substituir atletas tão vitoriosos?
“Chegar para disputar posição num clube do tamanho do Palmeiras já é um desafio enorme, ainda mais substituindo dois caras como Marcos Rocha e Mayke, que fizeram história aqui. Tenho encarado isso com muita humildade e vontade de aprender todos os dias.”
Se sente mais confortável jogando na saída de bola com os zagueiros, em linha de três, ou como ala?
“Me sinto confortável nas duas funções. O importante é fazer o que o jogo pede e o que o treinador orienta. Quanto mais versátil eu for, mais posso ajudar a equipe. Estou 100% à disposição para ajudar a equipe da melhor maneira possível.”
E as críticas da torcida sobre o time em relação à falta de títulos em 2025?
“Crítica faz parte de jogar em clube grande. Encaro isso com naturalidade. Procuro não focar muito em rede social ou comentário externo, porque isso pode tirar a concentração. Pressão sempre vai existir, mas eu vejo como combustível.”