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Artur Jorge projeta adaptação no Cruzeiro e prega paciência por evolução

Comandante concedeu entrevista coletiva na Toca da Raposa II, ao lado de Pedro Lourenço, gestor da SAF, e Pedro Junio, vice-presidente de futebol

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Artur Jorge, novo técnico do Cruzeiro
Artur Jorge, novo técnico do Cruzeiro • Reprodução YouTube/TV Cruzeiro

O Cruzeiro apresentou oficialmente, nesta quarta-feira (25), o técnico Artur Jorge. O comandante concedeu entrevista coletiva na Toca da Raposa II, ao lado de Pedro Lourenço, gestor da SAF, e Pedro Junio, vice-presidente de futebol.

Durante a apresentação, Artur Jorge respondeu sobre a possibilidade de adotar um modelo de jogo mais vertical, com transições rápidas, característica marcante de seu trabalho no Botafogo em 2024. O treinador indicou que a equipe não repetirá exatamente o mesmo estilo e destacou a necessidade de adaptação ao elenco.

“Nós vamos iniciar o primeiro treino agora. Assisti aos últimos jogos do Cruzeiro e sei que não vamos jogar da mesma forma, porque ainda definimos a nossa proposta. Precisamos adaptar o modelo para potencializar os jogadores que temos. A ideia é tirar o melhor de cada um”, afirmou.

O técnico também ressaltou o trabalho da diretoria na montagem do elenco e destacou que ainda busca extrair o máximo rendimento do grupo. Segundo ele, o processo exige tempo e não permite mudanças imediatas.

“Temos que entender o potencial do elenco. As coisas não mudam de um dia para o outro, precisamos de paciência”, disse.

Artur Jorge valorizou o período de preparação antes da próxima partida e apontou a importância do tempo de treino neste início de trabalho. O treinador destacou que o calendário do futebol brasileiro impõe desafios, mas não fez críticas.

“Fico feliz por ter seis dias de trabalho até o próximo jogo. Depois da pausa da Copa, não teremos esse período novamente. Sabemos que essa é a realidade do futebol brasileiro”, explicou.

Por fim, o comandante afirmou que pretende implementar ideias consideradas inegociáveis, com o objetivo de tornar o Cruzeiro mais competitivo ao longo da temporada.

“Queremos, com calma, paciência, determinação e ambição, assimilar ideias que são inegociáveis para nós. Precisamos de um modelo que nos permita ser competitivos e vencer mais vezes”, concluiu.

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Jornalista em formação pelo UniBH, com passagem por Diário do Comércio e Secretaria de Estado do Governo de Minas. Experiência em jornalismo econômico e esportivo, área pela qual é apaixonada.