Atlético deve jogar pela Libertadores com rival sem torcida; entenda
Rosario Central, próximo adversário do Galo como visitante, será julgado pela Conmebol; deve haver punição após atleta do Peñarol ser atingido por pedra

A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) abriu um expediente disciplinar contra o Rosario Central, da Argentina. O lateral Maxi Olivera, do Peñarol, do Uruguai, foi atingido por uma pedra após o jogo contra o time argentino, na noite desta quinta-feira (4), no Estádio Gigante de Arroyito, em Rosario, pela Copa Libertadores. O confronto terminou 1 a 0 para os donos da casa.
Esse expediente interessa ao Atlético, que será o próximo adversário do Rosario no Gigante de Arroyoto, em 7 de maio, pela quarta rodada do Grupo G. É bem provável que o Galo atue na Argentina sem torcedores adversários no estádio.
A Itatiaia apurou que o Rosario deve responder pelos artigos 12.1 e 12.2 do Código de Disciplina da Conmebol, que trata da segurança nos estádios e responsabilização do clube mandante. As punições, nesse caso, podem variar de multa até exclusão da competição.
A tendência é que a Comissão Disciplinar da Conmebol aplique uma multa, que pode chegar a US$ 150 mil (R$ 760 mil), e que o Rosario atue com portões fechados por algumas partidas. Em casos parecidos as punições variaram de dois a três jogos sem torcedores como mandante.
Antes do jogo no Gigante de Arroyoto, marcado para as 19h (de Brasília) de 7 de maio, o Galo tem duas partidas na Arena MRV em BH, pela Libertadores: contra o Rosario, na próxima quarta-feira (10), às 19h (de Brasília), e frente ao Peñarol, no dia 23 de abril, às 21h (de Brasília) Na estreia, o time brasileiro bateu o Caracas por 4 a 1, na Venezuela, nesta quinta-feira (4).
A agressão
A pedra foi atirada por torcedores do Rosario Central após a partida. Atingido na cabeça, Maxi Olivera deixou o gramado ensanguentado.
Antes do jogo, a torcida do Rosario já havia protagonizado uma confusão com torcedores do Peñarol. Os torcedores argentinos, no anel superior, atiraram grades de ferro nos uruguaios, que estavam no setor inferior.
Maxi Olivera foi levado ao hospital e liberado após receber atendimento.
Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.



