Ídolo do
Em entrevista ao GaloCast, da GaloTV h2bet nesta segunda-feira (7), o paraguaio lembrou que conquistou o Campeonato Argentino daquela temporada após o time xeneize travar uma longa disputa, ponto a ponto, com o River Plate.
“Foram dois meses complicados. A gente (Boca Juniors) estava (em confronto direto) com o River Plate. Nós começamos um jogo, em casa, contra o Independiente, empatamos, e o River ganhou. O River passou a gente (na tabela de classificação) a sete rodadas do fim. Eles ganhavam, nós ganhávamos, nós ganhávamos, eles ganhavam, e foi assim”, relembrou.
Alonso conta ainda que, quis o destino, que o jogo do Boca na última rodada da competição fosse diante do Gimnasia, clube à época comandado por Maradona. O time xeneize venceu por 1 a 0, com um gol de Carlos Tévez, além de contar com um empate do River para levantar a taça.
“Faltando duas rodadas, se o River ganhasse em casa, era campeão, mas eles empataram contra o Defensa y Justicia. Nós jogamos fora e ganhamos. Na última rodada, o River tinha que ganhar para ser campeão, mas eles jogavam fora de casa. Nós ganhamos por 1 a 0 contra o Gimnasia, o time do Maradona, e o River empatou por 1 a 1. Nós ganhamos o Campeonato Argentino por um ponto, com um golaço do Tévez no minuto 70, 70 e poucos”, disse o defensor.
Relação com Tévez
Na mesma entrevista, Alonso contou também como era sua relação com Carlos Tévez, um dos grandes ídolos do Boca Juniors. O defensor não escondeu a alegria de ter jogado ao lado do argentino.
“A gente via o Tévez pela televisão. No melhor momento dele, ele saiu da Juventus e voltou para o Boca. Poucos jogadores fazem isso. No auge dele, ele voltou para o Boca. (...) Tive a oportunidade de compartilhar o vestiário e a concentração com ele. (...) Muito tranquilo, humilde, sério e trabalhador. Ídolo do Boca, tinha muita importância dentro do clube”, pontuou.
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Junior Alonso no Atlético
Junior Alonso escreveu seu nome na história do Atlético. Aos 32 anos, o zagueiro está em sua terceira passagem pelo clube mineiro. A primeira, entre 2020 e 2021, foi de títulos do Estadual, Brasileirão e Copa do Brasil. Ao fim daquela temporada, foi vendido ao Krasnodar-RUS. Por conta da guerra da Rússia com a Ucrânia, ele retornou ainda em 2022, por empréstimo.
No meio de 2024, o defensor assinou em definitivo no Atlético. Até o momento, o zagueiro acumula três gols e sete assistências em 190 jogos pelo
O jogador paraguaio é o terceiro estrangeiro com mais jogos vestindo a camisa alvinegra, atrás apenas do uruguaio Héctor Cincunegui e do equatoriano Juan Cazares. Ele também é o segundo “gringo” mais vencedor da história do Atlético, ficando atrás apenas do argentino Matías Zaracho e do chileno Eduardo Vargas, com sete títulos pelo Galo cada um.