Massagista do Naútico é absolvido em acusação de assalto no Recife
Paulo Mariano, o Paulinho, chegou a ficar 23 dias preso em 2021; crime aconteceu em 2018 e motivou campanha de apoio no clube

O massagista Paulo Mariano, o Paulinho, que trabalha no Náutico, foi absolvido pela Justiça da acusação de participar do assalto a um ônibus no dia 25 de dezembro de 2018 no Recife, em Pernambuco. A informação foi publicada pelo clube nesta terça-feira (22).
À época, Paulinho era funcionário do Sport. Quando foi preso, em fevereiro de 2021, ele já trabalhava no Náutico e foi detido dentro do centro de treinamento do Timbu. Jogadores como Kieza, Jean Carlos e Jefferson, além de ex-atletas do clube, fizeram campanha em apoio a Paulinho.
Desde a prisão, a defesa do massagista frisou que ele não tinha qualquer relação com o crime. Os advogados sustentaram que ele foi confundido com outra pessoa - quatro homens estiveram envolvidos no assalto, sendo três maiores e um menor de idade.
Após quase um mês preso, o profissional foi solto e voltou a trabalhar dias depois. O Náutico prestou apoio jurídico a ele, e reforçando o bom caráter do massagista, cobrou justiça para que ele fosse inocentado o quanto antes.
Jornalista formado na PUC Minas. Experiência com reportagens, apresentação e edição de texto em televisão, rádio e web. Vivência em editorias de Cidades e Esportes.
